Diploma Avançado em Gênero e Mudanças Climáticas

 Diploma Avançado em Gênero e Mudanças Climáticas


2ª Turma | Modalidade Virtual

COORDENAÇÃO ACADÊMICA

Gabriela Merlinsky (Universidade de Buenos Aires, Argentina)

CORPO DOCENTE

Melissa Moreano Venegas (Universidade Andina Simón Bolívar, Equador), Diana Carolina Ojeda Ojeda (Universidade dos Andes, Colômbia) Denisse Roca Servat (Universidade Pontifícia Bolivariana, Colômbia), Libertad Chávez-Rodríguez (Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social, México) Mina Lorena Navarro (Universidade Autônoma Meritória de Puebla, México), Margarita Velázquez Gutiérrez (Universidade Nacional Autônoma do México), Miriam Lang (Universidade Andina Simón Bolívar, Equador) e Gabriela Merlinsky (Universidade de Buenos Aires, Argentina).

Formato virtual | Maio a setembro de 2023


Na América Latina e no Caribe, os impactos das mudanças climáticas estão intrinsecamente ligados aos efeitos da globalização econômica, resultando em um processo de “tripla exposição” (clima, colonialismo e capitalismo) que afeta desproporcionalmente as mulheres. É essencial promover uma agenda estratégica com perspectiva de gênero tanto na pesquisa quanto nas políticas sobre mudanças climáticas. Isso requer revisitar os marcos conceituais do Ecofeminismo e da Ecologia Política Feminista, destacando como as mulheres vivenciam diferentes efeitos das mudanças climáticas em suas práticas de cuidado e em sua relação com o meio ambiente e o território, moldadas por processos históricos e culturais específicos. Da mesma forma, é necessário questionar as representações sociais e midiáticas dicotômicas que retratam as mulheres ora como vítimas vulneráveis, ora como poderosas agentes de mudança. Para tanto, é indispensável fortalecer perspectivas de gênero relacionais e interseccionais, que enfatizam a importância de analisar as relações de poder que subjazem à desigualdade. Este curso de especialização visa contribuir para o fortalecimento da participação das mulheres, resgatando, destacando e posicionando, em propostas de formação, as diferentes experiências situadas dos movimentos feministas na busca por justiça climática.

As implicações das mudanças climáticas globais são agora inegáveis ​​e incluem, entre outras coisas, a degradação progressiva das condições ambientais, a aceleração das taxas de extinção e um impacto muito severo nas condições de reprodução da vida humana e não humana. Essa constatação nos obriga a examinar cuidadosamente as relações entre natureza e sociedade, e como estas são moldadas pelo poder.

O relatório mais recente do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) corroborou as conclusões de relatórios anteriores, com dados mais precisos e robustos: o aquecimento da atmosfera estendeu-se aos oceanos e à terra, e a escala das mudanças atuais é sem precedentes na história do planeta (IPCC 2021). Nos últimos anos, também se reconheceu que as desigualdades sociais preexistentes determinam ou influenciam fortemente os impactos das mudanças climáticas sobre as populações humanas. Essas desigualdades produzem "populações mais vulneráveis", com riscos diferenciados criados pela marginalização social, econômica, cultural, étnica e de gênero.

O campo de estudo conhecido como gênero e meio ambiente tem se mostrado particularmente frutífero na formulação de questões sobre desigualdade e na análise de como a humanidade foi definida ao longo da história por meio da exclusão do feminino. Inspirado pela ecologia política feminista, pelo ecofeminismo e pelo feminismo comunitário, e utilizando diversos materiais, incluindo textos acadêmicos, documentários, literatura e relatos de movimentos por justiça climática, este programa de diploma busca conectar disciplinas, práticas ativistas e advocacia, ao mesmo tempo que promove uma rica experiência de ensino em nível de pós-graduação em diversas universidades da América Latina. 

A proliferação e a expansão criativa das diversas ecologias políticas feministas que emergiram das comunidades locais nos últimos anos justificam um desenvolvimento explícito da crítica, do debate e da práxis feministas. Este programa de diploma visa contribuir para a visibilidade das questões de gênero e meio ambiente, resgatando e posicionando as diversas experiências situadas dos movimentos de mulheres por justiça climática dentro das ofertas educacionais. É essencial promover uma agenda estratégica com uma perspectiva de gênero tanto na pesquisa quanto nas políticas sobre mudanças climáticas. Adotamos uma abordagem crítica e decolonial que busca destacar como as mulheres vivenciam os diversos efeitos das mudanças climáticas em suas práticas de cuidado e em sua relação com o meio ambiente e o território, efeitos que são moldados por processos históricos e culturais específicos. 

Esta iniciativa de formação visa desconstruir a representação dicotômica das mulheres na sociedade e na mídia, que as retrata ora como vítimas vulneráveis, ora como poderosas agentes de mudança. Para tanto, é essencial fortalecer perspectivas relacionais e interseccionais sobre gênero, que enfatizam a importância de analisar as relações de poder subjacentes à desigualdade. O foco está em abordar as situações de discriminação e desvantagem sistêmica enfrentadas pelas mulheres em termos socioeconômicos, jurídicos e políticos diante dos impactos das mudanças climáticas. Por fim, busca-se aproveitar experiências colaborativas anteriores entre diversos Grupos de Trabalho da CLACSO e redes de pesquisa latino-americanas sobre gênero e meio ambiente, que demonstram o desenvolvimento de uma ecologia política feminista. O grupo de professoras que elaborou esta proposta se baseia em uma rica tapeçaria de práticas feministas, produção de conhecimento situada e participação em importantes programas de pós-graduação na América Latina.

Objetivo geral

  • Oferecer perspectivas e ferramentas conceituais que permitam uma compreensão mais complexa e enriquecida das políticas climáticas e das questões de justiça a partir de uma perspectiva interseccional, reconhecendo identidades complexas que incorporam classe, gênero, identidade afrodescendente, diversidade sexual, sexualidade, etnia, religião e legado colonial (entre outros).

Os objetivos específicos

  • Promover uma perspectiva de convergência entre a crítica teórico-epistemológica e as diferentes expressões dos feminismos e ecofeminismos na América Latina e no Caribe.
  • Oferecer elementos que permitam a recuperação de redes de conhecimento entre ativistas e acadêmicos, a fim de dar visibilidade a territórios em resistência e aos processos políticos de construção de propostas para a justiça climática.
  • Contribuir para a criação e consolidação de redes de pesquisa e formação de pós-graduação em gênero e mudanças climáticas.

O Diploma Superior em Género e Alterações Climáticas destina-se a estudantes de licenciatura e pós-graduação; professores de todos os níveis; ativistas e membros de sindicatos, movimentos sociais e partidos políticos; funcionários públicos; membros e gestores de organizações não governamentais e profissionais interessados ​​no tema.

  • Melissa Moreano Venegas (Universidade Andina Simón Bolívar, Equador)
  • Diana Carolina Ojeda Ojeda (Universidade dos Andes, Colômbia)
  • Denisse Roca Servat (Universidade Pontifícia Bolivariana, Colômbia)
  • Libertad Chávez-Rodríguez (Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social, México)
  • Gabriela Merlinsky (Universidade de Buenos Aires, Argentina)
  • Mina Lorena Navarro (Universidade Autônoma Meritória de Puebla, México)
  • Margarita Velázquez Gutiérrez (Universidade Nacional Autônoma do México)
  • Miriam Lang (Universidade Andina Simón Bolívar, Equador)

O programa consiste em aulas semanais organizadas em 4 módulos, cada um ministrado consecutivamente e interligado aos demais.

Carga horária total de 128 horas.

Os módulos que compõem o Diploma Superior são:

AULA 1: Política Climática 

Professor: Gabriela Merlinsky

Pensando na crise e no colapso climático a partir de uma perspectiva de ecologia política. Mudanças climáticas e políticas climáticas. Perspectivas da América Latina e do Caribe. Políticas nacionais e locais de mudança climática: adaptação e mitigação. Algumas reflexões críticas sobre o conceito de adaptação. Capitaloceno, Antropoceno, Chthuluceno: sua contribuição para o debate sobre justiça climática a partir de uma perspectiva de gênero. 

 


AULA 2: Mudanças climáticas e desigualdade social. A interseccionalidade entre gênero e outras formas de diferença e desigualdade.

Professor: Liberdade Chávez Rodríguez

Este artigo explora as ligações entre as mudanças climáticas, as desigualdades sociais e de gênero e a interseccionalidade: os impactos da crise ecológica e climática medidos pelas diferenças de gênero, classe, raça e localização. Apresenta resultados de pesquisas e estudos de caso relacionados ao acesso a recursos, saúde, migração, desastres relacionados às mudanças climáticas, conflitos sociais e participação em negociações globais sobre mudanças climáticas. Também discute as contribuições diferenciadas do gênero e das desigualdades sociais para as emissões de gases de efeito estufa. Enfatiza-se a importância de se considerar o gênero e a interseccionalidade do gênero com outras categorias de diferenciação e desigualdade social na pesquisa e nas políticas globais sobre mudanças climáticas.

 


CLASSE 3:
Cúpulas e contracúpulas climáticas 

Professor: Melissa Moreano

Revisaremos brevemente a história da UNFCCC e os pontos de virada que explicam a impossibilidade de se estabelecerem acordos genuínos no âmbito da geopolítica global. Analisaremos a mudança na política internacional de mudanças climáticas. A disciplina também examinará as estratégias, demandas e soluções apresentadas por organizações de justiça climática. Apresentaremos estratégias e propostas de ação climática que confrontam o capitalismo dos combustíveis fósseis, bem como seus ciclos de retroalimentação, com propostas para a soberania alimentar e territorial, em defesa das práticas, culturas e economias locais, e para condições de trabalho e de vida dignas. 

CLASSE 4: Integrar a perspectiva de gênero na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC)

Professor: Gabriela Merlinsky

Integração da perspectiva de gênero na UNFCCC. Cronologia sobre igualdade e direitos de gênero. Incorporação de critérios e indicadores de gênero em negociações internacionais. Planos de Ação sobre Gênero e Mudanças Climáticas (GCCAPs). Implementação dos GCCAPs em nível regional e em diferentes países da América Latina.

 


Aula 5: Mesa Redonda: O poder do feminismo ambiental hoje

Professor: Gabriela Merlinsky

 

AULA 6: Chaves, a partir da perspectiva da interdependência, para continuar a abordar o problema diante do colapso ecológico da civilização.

Professor: Mina Lorena Navarro

Nesta sessão, apresentaremos algumas sínteses parciais cultivadas no Espaço de Pesquisa “Redes Comunitárias e Formas do Político”: 1) a perspectiva da Interdependência como desafio político e condição ecológica; 2) como a Coisa Escandalosa reorganiza o tecido da vida para desapropriar e explorar o trabalho e a energia das naturezas humanas e mais-que-humanas; 3) a abordagem do antagonismo social e a disputa que as lutas pelos bens comuns na América Latina empreendem para defender a vida e gerir relações interdependentes em contradição com os termos de coprodução da Coisa Escandalosa; e 4) a disputa de narrativas, diagnósticos e exercícios de libertação cognitiva para dar continuidade ao problema.

 

 

AULA 7: Gênero, meio ambiente e reprodução social

Professor: Diana Ojeda

Nesta sessão, abordaremos alguns dos aspectos mais relevantes do diálogo entre Ecologia Política e Feminismos, como a noção de interdependência como condição para a reprodução da vida humana e não humana. Analisaremos também algumas das formas e conteúdos da liderança feminina na luta e defesa da vida em contextos onde regimes extrativistas intensificaram a violência capitalista-colonial e patriarcal contra corpos e territórios.

 

 

AULA 8: Gênero, extrativismo e conflitos ambientais 

Professor: Gabriela Merlinsky

As formas de extrativismo e neoextrativismo na América Latina: seu impacto sobre os corpos das mulheres. Os fatores que impulsionam as mudanças climáticas em relação ao extrativismo. Mulheres em conflitos ambientais. Corpos, territórios e a produtividade dos conflitos ambientais. 

 

 

AULA 9: Mesa redonda: Justiça climática e ecologias políticas feministas dos territórios. 

Professores: Gabriela Merlinsky e Melissa Moreano

 

AULA 10: A noção de cuidado como uma função social central

Professor: Margarita Velázquez Gutiérrez

Esta sessão analisa o cuidado como uma função social central. Ao longo da história da humanidade, o desenvolvimento das atividades abrangidas por esse conceito tem sido fundamental para o funcionamento de todas as sociedades humanas. Assim, o cuidado, que inclui todas as tarefas de reprodução social realizadas diariamente (trabalho doméstico, remunerado e não remunerado, e cuidado consigo mesmo e com os outros), é um conceito fundamental para explicar as mudanças climáticas e os impactos dos fenômenos a elas associados sob uma perspectiva de gênero. Diversas disciplinas, como história, sociologia e economia, demonstraram como o cuidado variou ao longo da história da humanidade de acordo com diferentes modos de produção. Atualmente, o modo de produção capitalista/extrativista exige, para sua continuidade, formas de organização social que lhe permitam persistir, mantendo padrões de acumulação capitalista (o chamado Capitaloceno) estruturados sob relações sociais específicas de gênero e poder. Esta perspectiva analítica sobre o cuidado visa tornar visível e compreensível que as ações climáticas (mitigação e adaptação) devem ser implementadas sem contribuir para a manutenção das formas de cuidado predominantes, que afetam diretamente a perpetuação das atuais desigualdades sociais e de gênero observadas na América Latina e no Caribe.

 

 

AULA 11: Tensões ecofeministas em torno do cuidado

Professor: Margarita Velázquez Gutiérrez

A sessão examina debates sobre gênero e meio ambiente, nos quais argumentos essencialistas e biológicos aparecem frequentemente, atribuindo às mulheres o papel de “cuidadoras naturais” de seus ambientes. Aborda os primeiros textos do chamado “Ecofeminismo”, que postulam que as mulheres estão mais próximas de seus ambientes, da natureza, assumindo assim uma falsa dicotomia entre cultura e patriarcado versus natureza e mulheres. Em torno desses argumentos, constrói-se uma visão distorcida a respeito do papel social das mulheres como “cuidadoras”, inclusive de seu meio ambiente natural, simplesmente em virtude de sua natureza biológica. 

Em resposta aos argumentos acima, este artigo também examina perspectivas construtivistas de outras autoras feministas, que argumentam que as formas de acesso, uso, gestão e controle dos recursos naturais e sociais são socialmente determinadas pelas normas da divisão social e sexual do trabalho. Esta última perspectiva é fundamental para compreender como essa divisão molda a relação das mulheres, em diferentes contextos e territórios, com seus ambientes naturais, tanto para o cuidado quanto para a defesa desses ambientes. 

 


AULA 12: Políticas de Adaptação e Mitigação das Mudanças Climáticas na Perspectiva da Justiça Climática e de Gênero

Professor: Liberdade Chávez Rodríguez

A componente sociopolítica das práticas de adaptação e a falta de tradução das medidas com perspectiva de gênero. Uma desconstrução dos conceitos de adaptação, vulnerabilidade e resiliência com perspectiva de gênero. Perspectivas feministas críticas estratégicas na pesquisa e nas políticas de mudança climática com uma perspectiva de gênero.

 

AULA 13: Regeneração climática e estudos multiespécies

Professor: Denisse Roca Servat

É crucial conhecer, compreender e promover práticas de cuidado interespecífico que contribuam para a regeneração da vida no planeta e para a justiça climática. Os estudos multiespécies destacam a necessidade de integrar abordagens históricas, situadas, feministas e neomaterialistas para uma melhor compreensão dos processos socioecológicos. Nessa perspectiva, busca-se romper com a divisão entre o natural e o cultural e atentar para as formas como humanos e não humanos se constituem mutuamente por meio de relações constantes. A grave crise civilizatória, decorrente do excepcionalismo antropocêntrico em que se baseia, motivou o surgimento dessa abordagem, que busca soluções para a crise atual por meio de metodologias criativas e inovadoras, como as artísticas, e o uso de diversas narrativas, como a ficção científica, o ensaio e a poesia.

 

AULA 14: Defesa política da justiça hídrica e da justiça climática

Professor: Denisse Roca Servat

As injustiças ecológicas e a alarmante desigualdade socioeconômica exigem novos paradigmas de conhecimento, metodologias e formas de compreender a política e a esfera política. Nesse contexto, torna-se essencial desenvolver repertórios diversos e inovadores para a influência política e para a cocriação de futuros sustentáveis. Esta disciplina abordará diferentes formas de mobilização política, desde as mais cotidianas até o desenvolvimento de políticas públicas, incluindo metodologias de pesquisa engajada, como a Pesquisa-Ação Participativa (PAP).

 

 

AULA 15: Perspectivas da Justiça Climática a partir dos Feminismos Latino-Americanos. Atividade de Encerramento 

Professores: Miriam Lang e Melissa Moreano e Equipe de Coordenação 

Nesta sessão, apresentaremos algumas sínteses parciais cultivadas no Espaço de Pesquisa “Redes Comunitárias e Formas do Político”: 1) a perspectiva da Interdependência como desafio político e condição ecológica; 2) como a Coisa Escandalosa reorganiza o tecido da vida para desapropriar e explorar o trabalho e a energia das naturezas humanas e mais-que-humanas; 3) a abordagem do antagonismo social e a disputa que as lutas pelos bens comuns na América Latina empreendem para defender a vida e gerir relações interdependentes em contradição com os termos de coprodução da Coisa Escandalosa; e 4) a disputa de narrativas, diagnósticos e exercícios de libertação cognitiva para dar continuidade ao problema. 

 
  Em um único pagamento até 22/05 Em um único pagamento após 22/05 Pagamento em 3 parcelas
CM Pleno 175 USD 230 USD  USD 315 (3 x USD 105)
Associado de CM  300 USD  360 USD  USD 540 (3 x USD 180)
Sem link 300 USD 360 USD  USD 540 (3 x USD 180)
 

Para participar, você deve se inscrever usando o formulário online clicando aqui. As inscrições estarão abertas de 6 de março a 29 de maio de 2023.

Após a conclusão do processo de inscrição, você receberá uma confirmação por e-mail.

As aulas começarão em maio e terminarão em setembro de 2023.

Todos os participantes inscritos receberão as instruções necessárias para acessar as aulas, a bibliografia e os fóruns de discussão por meio do Espaço de Treinamento Virtual da CLACSO.

Acessar e navegar no Ambiente Virtual de Aprendizagem é muito simples e intuitivo. Em qualquer caso, uma equipe de suporte técnico e acadêmico estará sempre à sua disposição.

Critérios excepcionais: Em casos excepcionais, e dentro do primeiro mês de início do programa de Diploma Avançado, os alunos podem solicitar o desligamento da turma e retornar no ano seguinte. Em todos os casos, os motivos da solicitação devem ser apresentados por escrito. Após decorrido esse período desde o início do curso, nenhum pedido será aceito.

O valor pago só será reembolsado nos casos em que as instituições organizadoras decidirem cancelar a atividade. 

Sim, o diploma avançado é certificado e credenciado pela CLACSO. O diploma será enviado digitalmente e é totalmente gratuito.
 
  Em um único pagamento até 22/05 Em um único pagamento após 22/05 Pagamento em 3 parcelas
CM Pleno 175 USD 230 USD  USD 315 (3 x USD 105)
Associado de CM  300 USD  360 USD  USD 540 (3 x USD 180)
Sem link 300 USD 360 USD  USD 540 (3 x USD 180)
 

O pagamento pode ser feito em uma única parcela por cartão de crédito, depósito bancário ou transferência bancária. Também oferecemos a opção de pagamento em 3 parcelas.

Sim. Haverá descontos para estudantes pertencentes a Centros Membros da CLACSO e Centros Associados da CLACSO, para Pesquisadores Associados da CLACSO e para todos aqueles que pagarem dentro do período de desconto.



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Consultas: WhatsApp: +54 9 11 3880 – 1388

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