Los retos a las democracias en el siglo XXI

 Los retos a las democracias en el siglo XXI

Seminario 2048

Coordinación: Cristiano Gianolla (Centro de Estudos Sociais, Universidad de Coimbra, Portugal)

Inicio: 20/08/2020 | Inscripción: 20/05/2020 al 19/08/2020

Carga horaria: 12 semanas – 90 horas.


Este seminário parte da oferta da Universidade Sul-Sul “Epistemologias do Sul” e procura estimular uma reflexão crítica sobre teorias e práticas democráticas contemporâneas em diversos âmbitos, contextos e escalas. Um conjunto internacional de professorxs, com conhecimentos e experiências complementares, irão abordar a temática a partir de pontos de vista e realidades distintas partilhando uma trajetória crítica sobre os conceitos de democracia e das suas práticas. Atenção especial será dada às (novas) formas de resistência em democracias de baixa intensidade, seja no plano teórico, seja no plano prático. Xs professorx partirão de uma caracterização de democracia, situada em um dado contexto e escala, que se propõe debater; passará depois a definir os desafios que lhe são levantados e terminará com uma leitura crítica das respostas que são dadas pelas instituições, pelos cidadãos, pelas comunidades e pelos movimentos, apontando aquelas que poderão surgir no sentido da intensificação das práticas democráticas.

 

  • Democracia intercultural: La demodiversidad como desafío en el siglo XXI en Bolivia
  • A Vida no centro da Democracia e a Democracia no centro da Vida. Uma crítica feminista da economia política capitalista
  • Covid-19 e políticas habitacionais excludentes
  • Descolonizar el espacio público: monumentos y protestas antirracistas
  • As outras economias e a produção da vida: um estratégia frente o contexto da pandemia do coronavírus
  • Democracia e direitos Humanos
  • Razão e emoção na democracia
  • Emociones, democracia y populismo
  • Para lá de qualquer projeto único: desafios à democracia a partir da realidade vivida da COVID-19

 

  • VV. (2020), Capitalismo y Pandemia. [s.l.]: FilosofíaLibre, pp. 51-61 e 113 – 118.
  • VV: (2020), Coronavírus, Gênero e Luta de Classes. Brasil: Terra sem Amos, pp. 27 – 36.
  • Adichie, Chimamanda (2009). “O perigo de uma única história”, conversa no TED Talk. Disponible en: https://www2.ifmg.edu.br/governadorvaladares/noticias/adelia-a-poesia-e-a-vidaconvite-para-o-3o-encontro-do-dialogos/o-perigo-de-uma-historia-unicachimamanda-ngozi-adichie-pdf.pdf [TET video: https://www.ted.com/talks/chimamanda_ngozi_adichie_the_danger_of_a_single_ story?language=es]
  • Aguiló, Antoni (2010). “Hacia una nueva filosofía de la historia. Una revisión crítica de la idea de progreso a la luz de la epistemología del Sur”, in Aposta: Revista de ciencias sociales, N. 47. Disponible en: https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=3652141.
  • Arias Maldonado, Manuel (2017). “Las bases afectivas del populismo”, in Revista internacional de Pensamiento Político, Vol. 12, pp. 151-167.
  • Barbosa, Benedito Roberto; Avanci, Juliana; Kohara, Luiz (2020). “Pandemia nos cortiços de São Paulo e as mortes (in)visíveis em uma cidade que ninguém quer ver”, in Revista Carta Capital. Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/blogs/pandemia-nos-corticos-de-sao-paulo-e-asmortes-invisiveis-em-uma-cidade-que-ninguem-quer-ver/
  • Bartra, Roger (2017). La batalla de las ideas y las emociones en América Latina, Revista Mexicana de Ciencias Políticas y Sociales, N. 229, pp. 129-148.
  • Carreras Doallo, Ximena y Mateo, Graciela (2019). “Populismo, la vigencia de un concepto”, in Carreras Doallo, Ximena; Mateo, Graciela, Entre viejos y nuevos populismos, Buenos Aires: Fundación CICCUS. pp. 5-30.
  • Coraggio, José (2015). “Para pensar las nuevas economías: conceptos y experiencias en América Latina”, in Santos, Boaventura de Sousa; Cunha, Teresa (orgs), Outras economias. Colóquio Internacional Epistemologias do Sul: aprendizagens globais Sul-Sul, Sul-Norte e Norte-Sul. Coimbra: Projeto ALICE, pp. 78-90. disponível em: https://www.coraggioeconomia.org/jlc/archivos%20para%20descargar/Livro_OE .pdf
  • Coraggio, José (2018). “La economía social y solidaria como alternativa a la economía de mercado”, in Tobar, Javier (org.) Cauca, café con raíces. Caficulturas, agroecología y economía social solidaria, Popayán: editorial Universidad del Cauca. Disponível em: https://www.coraggioeconomia.org/jlc/archivos%20para%20descargar/Caf%C3 %A9%20con%20ra%C3%ADces%20digital.pdf
  • Cossarini, Paolo; García Alonso, Roberto (2015). “El papel de las emociones en la teoría democrática. Desafíos para un uso público de la razón en tiempos de populismo”, in Revista de Estudios Políticos, N. 168, pp. 291-315.
  • Cunha, Teresa (2020), “O Capitalismo e a Vida. Um Diálogo Feminista Contra-aCorrente, in Feminist Dialogues. Maputo: Friedrich Ebert Stiftung Mozambique (in press).
  • Dagnino, Renato (2020). A Economia Solidária como eixo da reconstrução nacional. Ciranda Internacional da Comunicação Compartilhada. Disponível em: https://ciranda.net/?A-Economia-Solidaria-como-eixo-da&lang=pt_br
  • Exeni, José Luis (2017). “Demodiversidad plurinacional en ejercicio”, in Santos, Boaventura de Sousa; Mendes, José Manuel (orgs.) Democracia posabismal: imaginando nuevas posibilidades democráticas. Madrid: Akal.
  • Gándara Carballido, Manuel (2019). “Otros presupuestos desde los que abordamos la reflexión sobre derechos humanos”, in Los derechos humanos en el siglo XXI: una mirada desde el pensamiento crítico. Buenos Aires: CLACSO, pp. 51-88.
  • Holz, Sheila; Monteiro, Tatiana Vilella de Andrade (2008). “Políticas de Habitação Social e o Direito à Moradia no Brasil”, in Scripta Nova - Revista Electronica de Geografia y Ciencias Sociales
  • Huyssen, Andreas (2020). “Arte de memoria pública en el hemisferio sur”, in Arcadia, 9/3/2020. Disponible en: https://www.revistaarcadia.com/arte/articulo/arte-de-memoria-publica-en-elhemisferio-sur-por-andreas-huyssen/81080.
  • Macedo Corrêa, Andrey Lucas; Walmott Borges, Alexandre; Guimarães Pinh, Karina (2017). “Almeida Análise do populismo na democracia: entre as emoções e o racionalismo”, in Revista Videre, Vol. 9, N. 17, pp. 188-202.
  • Mbembe, Achile (2008). “Por un entierro simbólico del colonialismo. Imaginario y espacio público en África”, in Le Messager Disponible en: https://www.oozebap.org/text/colonialismo_mbembe.htm
  • Meneses, Maria Paula (2004). “ ‘Quando não há problemas, estamos de boa saúde, sem azar nem nada’: para uma concepção emancipatória da saúde e das medicinas”, in Santos, Boaventura de Sousa; Silva, Teresa Cruz e (orgs), Moçambique e a Reinvenção da Emancipação Social. Maputo: CFJJ.
  • Prochasson, Christophe (2005) “Emoções e política- primeiras aproximações”, in Varia Historia, Vol. 21 N. 4, pp. 305-324.
  • Sabariego, Jesús (2018). “Recientes Movimientos Sociales Globales y tecnopolítica desde las Epistemologías del Sur”, in Pensamiento al margen, N. 8, disponible en https://digitum.um.es/digitum/bitstream/10201/58681/1/n8-4- recientes-movimientos-sociales.pdf
  • Sabariego, Jesús (2020). “Technopolitical approaches to the Recent Global Social Movements”, in Revista da Faculdade de Direito, Universidade Federal de Santa Maria (Brasil), disponible en https://periodicos.ufsm.br/revistadireito/article/download/40999/pdf (Ver bibliografía de referencia al final del artículo).
  • Santos, Aline Mendonça (2017). “As outras economias no marco das epistemologias do sul”, in Gaiger, Luiz Inácio Germany; Santos, Aline Mendonça dos (Orgs.), Solidariedade e Ação Coletiva: Trajetórias e Experiências. Vol. 1. São Leopoldo: Unisinos, pp. 252-274
  • Santos, Boaventura de Sousa (2010). “La Refundación del Estado y los Falsos Positivos”, in Santos, Boaventura de Sousa, Refundación del Estado en América Latina. La Paz: Plural Editores y Cesu-UMSS, pp. 71-125.
  • Santos, Boaventura de Sousa (2014). “Direitos Humanos, Democracia e Desenvolvimento”, in Santos, Boaventura de Sousa; Chaui, Marilena, Direitos Humanos, Democracia e Desenvolvimento. São Paulo: Cortez.
  • Santos, Boaventura de Sousa (2019). “¿En la era del perdón o de la agresión?” in Público.es (11/4/2019). Disponible en: https://blogs.publico.es/espejosextranos/2019/04/11/en-la-era-del-perdon-o-de-la-agresion/ [vers. portuguesa: https://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Antifascismo/Na-Era-do-Perdao-ouda-Agressao-/47/43846]
  • Santos, Boaventura de Sousa (2020). “Las estatuas de nuestro malestar”, in Público.es (22/6/2020). Disponible en: https://blogs.publico.es/espejosextranos/2020/06/22/las-estatuas-de-nuestro-malestar/ [vers. portuguesa: https://www.sul21.com.br/opiniaopublica/2020/06/as-estatuas-do-nossodescontentamento-por-boaventura-de-sousa-santos/]
  • Santos, Boaventura de Sousa (2020). A Cruel Pedagogia do Vírus, Buenos Aires: CLACSO.
  • Verheij, Geebert (2014). “Monumentos coloniais em tempos pós-coloniais. A estatuária de Lourenço Marques”, in Farré Torras, Begoña. (org.). Actas do IV Congresso de História da Arte Portuguesa em Homenagem a José-Augusto França. Associação Portuguesa de Historiadores da Arte. Sessões Simultâneas (2.ª edição revista e aumentada), pp. 36-45. Disponible en: https://it.scribd.com/document/333336939/Actas-do-IV-Congresso-de-Historiada-Arte-Portuguesa-pdf.

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Preguntas frecuentes

Los requisitos básicos para cursar un seminario son:

  • Disposición de al menos 4 horas a la semana para dedicar al cursado del seminario.
  • Acceso a internet.
  • Razonable manejo de las herramientas de comunicación e informática.
  • Manejo del idioma en el que será dictado el curso. Los idiomas oficiales son español y portugués.
Los seminarios tienen una extensión de 12 semanas, más la elaboración de un trabajo final. Se acreditarán 48 horas de trabajo con profesor/a y 120 horas de dedicación total.
Un curso consta de doce clases, cada una de ellas acompañada por bibliografía de lectura obligatoria, bibliografía complementaria, foros de debate y actividades de formación propuestas por el equipo docente, entregas parciales y un trabajo final. La cursada es virtual y asincrónica. Algunos/as docentes pueden proponer actividades sincrónicas. En esos casos, el horario y la fecha serán acordados previamente entre el equipo docente y los/as estudiantes, a fin de garantizar la participación de todos/as. Para la aprobación del seminario se requiere participar en al menos el 80% de los foros de debate y las actividades propuestas por los/as docentes, haber cumplido con las entregas parciales pautadas y aprobar el trabajo final.

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