Campo Temático: Derechos, culturas y comunicación

Grupo de Trabajo: Cultura y políticas culturales

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1. Nombre del Grupo de Trabajo.
Cultura y políticas culturales
Coordinador/es del Grupo de Trabajo
Eduardo Nivón Bolán
División de Ciencias Sociales y Humanidades
Universidad Autónoma Metropolitana - Unidad Iztapalapa
México
Susana Dominzain
Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación
Universidad de la República
Uruguay
Antonio Albino Canelas Rubim
Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura
Universidade Federal da Bahia
Brasil

2. Ubicación crítica del tema en el contexto latinoamericano y caribeño y en relación con la dinámica mundial.

O século XXI fez a América Latina navegar em ondas. Elas conformaram conjunturas específicas, que afetam políticas e culturas. Tais ondas ameaçaram virar de ponta cabeça a história regional, provocando guinadas em seu processo histórico, ainda que, na maioria das vezes, sem recorrer ao recurso da violência explícita, como ocorreu sempre nas ditaduras. O atual cenário de disputas políticas, ao invés da violência aberta, faz uso intensivo da violência simbólica.

A primeira onda se iniciou na virada do século XXI com a vitória na Venezuela (1999 até 2013) e prosseguiu, por meio de eleições, com Argentina (2003 e 2007), Chile (2006), Brasil (2003, 2007, 2010 e 2014), Uruguai (2005, 2020 e 2015), Bolívia (2006 até 2019), Paraguai (2008), Equador (2007 até 2017). Ficaram fora delas países como Colômbia, Peru e México. Nelas floresceram novas lideranças provenientes de classes e segmentos antes excluídos, a exemplo do operário Lula, do líder indígena Evo Morales e das presidentas Michelle Bachelet, Cristina Kirchner e Dilma Rousseff. Os governos se caracterizaram por: políticas sociais de inclusão contra desigualdade; políticas externas mais independentes; políticas de integração e cooperação regional; políticas econômicas diferenciadas das anteriores, apoiadas em viés desenvolvimentista, com ambiguidades em relação ao neoliberalismo. As alterações na estrutura política variaram entre mudanças mais amplas e outras conciliatórias.

A observação inicial das políticas culturais e a reduzida bibliografia existente permitem, em feição de hipóteses, anotar: 1. As novas políticas, apesar de destoarem das anteriores, não implicaram em rupturas radicais; 2. Elas guardaram descompassos em comparação com as mudanças sociais e outras políticas públicas; 3. Elas se mostraram insuficientes para o projeto de mudança político-social; 4. Elas mantiveram relações frágeis com os possíveis projetos implantados; 5. A cultura permaneceu como área secundária; 6. A noção de cultura, ainda que dita como ampliada, permaneceu restrita, contemplando quase sempre a cultura como patrimônio e artes, pouco contemplaram visões de mundo, modos de vida e valores sociais; 7. A transversalidade da atuação com relação às áreas afins foi frágil; 8. A ampliação da institucionalidade cultural não veio acompanhada de gestões com maior estabilidade; 9. Os recursos se mantiveram parcos, mesmo com alguns aumentos; 10. Não houve investimento potente para alterar as equipes subdimensionadas e sua formação frágil, mesmo com algumas iniciativas de formação; 11. A ausência de dados, informações e indicadores persistiu; 12. Poucas foram as políticas, programas e projetos em cultura compartilhados entre os países, sendo que o programa Cultura Viva Comunitária, maior exemplo de intercâmbio, foi mais responsabilidade das comunidades mobilizadas que dos governos; 13. As barreiras alfandegárias persistiram na cultura; 14. As barreiras linguísticas, apesar da proximidade entre o espanhol e o português, foram parcamente enfrentadas; 15. Ainda que a atuação dos organismos internacionais tenha suas limitações próprias, necessário registrar seu papel em iniciativas, a exemplo da Carta Cultural Ibero-Americana e de programas de cooperação cultural.

A contraofensiva conservadora ameaçou o Chile (2010), mas foi revertida em 2014; avançou com o golpe no Paraguai (2012) e se acentuou com a derrota na Argentina (2015), o golpe no Brasil (2016), a vitória, que se mostrou derrota no Equador (2017), a eleição antidemocrática no Brasil (2018), o revés no Chile (2018), o golpe na Bolívia (2019) e a derrota nas eleições no Uruguai (2020). O ciclo parecia liquidado no início da nova década do século XXI.

O retrocesso político assumiu características compartilhas: 1. Retorno ao poder nacional das oligarquias; 2. Políticas externas submissas; 3. Desarticulação da integração entre países; 4. Descontinuidades das políticas de combate à desigualdade; 5. Retorno radicalizado das políticas neoliberais; 6. Depressão nos canais de participação política; 7. Ampliação do autoritarismo e da violência do estado nacional; 8. Perseguição a lideranças e partidos políticos, inclusive por meio do uso instrumental da corrupção; 9. Ataques à cultura, desmantelamento da institucionalidade cultural e das políticas culturais desenvolvidas na primeira onda.

Na virada da terceira década do século XXI a região parece entrar em ebulição. A nova cena envolve as vitórias eleitorais no México (2018), Argentina (2019), Bolívia (2020), Peru (2021), Chile (2021) e Colômbia (2022); o desempenho das esquerdas no Equador, apesar do revés na eleição presidencial (2021); as manifestações populares na Colômbia e no Equador e as acontecidas no Chile desde 2019, que culminaram na vitória da proposta de Constituinte (2021), e pelo desgaste da extrema-direita no poder com perspectivas de mudanças no Brasil em 2022. A derrota da proposta de Constituinte no Chile em 2022 aponta para a persistência de perigos no processo de conformação da possível nova onda dos anos 2020.

O contexto internacional da nova onda, ainda em disputa, tem configurações complexas. O mundo parou, quase literalmente, com a pandemia. Ela afetou as condições econômicas, sociais, ambientais, políticas e culturais. Ela favoreceu a expansão de privilégios e de desigualdades, já amplificadas pelo neoliberalismo. Movimentos e governos autoritários proliferam no cenário mundial. As lutas dos povos originários, dos afrodescendentes, das mulheres, das comunidades LGBTQIA+ se expandiram. Os avanços sociotecnológicos reforçaram a glocalização do mundo, a sociabilidade planetária em tempo real, a expansão das redes, das culturas digitais e da inteligência artificial, e permitiram a criação de novas guerras. A cena internacional se tornou bem mais complexa.

A retomada e atualização das políticas culturais exigem: 1. Aprendizado com as experiências da primeira onda; 2. Maior transversalidade com políticas públicas afins; 3. Melhor conhecimento, cooperação e intercâmbio culturais; 4. Políticas externas soberanas, com mais diplomacia cultural; 5. Aperfeiçoamento dos canais de participação político-cultural; 6. Políticas econômicas inovadoras, que dialoguem com a economia solidária, o meio-ambiente, o mundo digital e a cultura; 7. Reinvenção da cultura política radicalmente democrática; 8. Conceber as políticas culturais como cruciais para a democracia, o desenvolvimento e a civilidade nas relações humanas, dando relevância às disputas político-culturais- ideológicas no processo de transformação social. A disputa de narrativas perpassa os mais diferentes embates hoje. Cabe uma revisitação crítica e a busca de sua atualização em diálogo com o aprendizado e as novas circunstâncias.

O grupo de trabalho trata, dentre outras, as seguintes questões: 1. Foram desenvolvidas políticas culturais novas ou não? Caso positivo: 2. Em que medida elas se distinguiram das políticas anteriores? 3. Existem traços comuns entre elas? 4. Foi configurado um modelo alternativo de políticas culturais? 5. Quem foram os principais atores das políticas culturais? 6. Qual o lugar ocupado por elas no conjunto das políticas dos governos? 7. Quais os impactos das políticas gerais dos governos sobre as políticas culturais realizadas? 8. Existiram intercâmbios relevantes na área das políticas culturais? 9. Como elas trataram temas como etnia, raça, gênero e outros? 10. Que inovações as políticas culturais trouxeram, inclusive em relação as mudanças sociotecnológicas? No caso de resposta negativa: 11. O que impediu a elaboração das novas políticas culturais? 12. As políticas culturais anteriores se mantiveram vigentes? 13. O que explica a manutenção destas políticas culturais anteriores?

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3. Fundamentación y análisis de la relevancia teórica del tema frente al contexto analizado.

A proposta coloca em cena alternativas de interpretação. A própria nomeação dos países implica em debates, bem como a inclusão ou não alguns deles em tais ondas. A consciência dos problemas, impõe que tais questões sejam aprofundadas criticamente.

De início, cabem duas explicitações necessárias. A noção de cultura, assumida em dimensão ampliada, envolve: concepções de mundo, modos de vida, cosmovisões, valores etc. A proposta da noção ampliada na Conferência Mundial sobre as Políticas Culturais, acontecida há 40 anos na cidade do México, tornou-a vigente nos estudos e práticas das políticas culturais (Calabre; Rocha e Rubim, 2022).

A outra explicitação se refere ao termo políticas culturais. Noção recente em termos internacionais, ela ainda carece de maior rigor, mas já possui bons alicerces, inclusive em âmbito latino-americano. Cabe destacar dois deles. No ambiente de pluralidade teórico-conceitual do GT não faz sentido estreitar horizontes, mas dialogar com teorias críticas que ajudem a desvelar a realidade.

O conceito de políticas culturais de Néstor García Canclini teve potente repercussão (Rubim, 2019). Em 1987, ele escreveu: ?Entenderemos por políticas culturales el conjunto de intervenciones realizadas por el Estado, las instituciones civiles y los grupos comunitarios organizados a fin de orientar el desarrollo simbólico, satisfacer las necesidades culturales de la población y obtener consenso para un tipo de orden o de transformación social? (García Canclini, 1990, p.26). Anos depois, ele acrescentou: ?Pero esta manera de caracterizar el ámbito de las políticas culturales necesita ser ampliada teniendo en cuenta el carácter transnacional de los procesos simbólicos y materiales en la actualidad? (García Canclini, 2005, p.65).

Eduardo Nivón Bolán destaca três inovações no conceito: a concepção das políticas culturais como conjunto consciente de intervenções; a ampliação dos sujeitos possíveis e a demarcação dos objetivos como culturais (Nivón, 2012). As políticas culturais assumem caráter deliberado (Brunner, 1988, e Margulis, 2014). A noção destitui o estado de único sujeito legitimo de políticas culturais e introduz novos agentes de modo perspicaz (Ochoa Gautier, 2003 e Vich, 2014). Hoje, ela é quase consensual. Maior descentramento ocorre, pois hoje emergem atores estatais infra e supranacionais, como organizações multilaterais ou regionais, e múltiplos entes sociais. A presença de objetivos sociais supera o viés administrativo de noções antes vigentes. Destaque para o terceiro objetivo, que coloca em xeque a neutralidade das políticas culturais ao explicitar seu caráter de disputa.

As lutas sociais demandam incluir novos objetivos: cidadania cultural e direitos culturais. O conceito de cidadania cultural (Rosaldo, 1994 e 2000; Kymlicka, 1996; Unesco, 1999; García Canclini, 1999, Chaui, 2006, entre outros) deu origem à um novo modo de ver as políticas culturais. Como direito a ter direitos, a cidadania se forjou nas lutas pela afirmação de direitos: individuais, políticos, sociais, ambientais e culturais. Eduardo Nivón Bolán e Delia Sánchez Bonilla anotam: ?En materia de cultura, las políticas públicas se traducen en la satisfacción de necesidades culturales o, dicho de otra forma, en el cumplimiento de los derechos culturales? (Nivón e Bonilla, 2016, p.53). Hugo Achugar assinalou que o problema dos direitos culturas provém, dentre outros, da sua menor atenção em relação aos direitos humanos, da escassa presença nos programas políticos e do conflito entre o universalismo dos direitos humanos e o relativismo cultural (Achugar, 2013). Os direitos culturais afirmam direito à cultura da cidadania.

Além de explicitar os recursos, as políticas culturais dialogam com a dinâmica da cultura (Rubim, 2007 e Orozco, 2007). Ela abarca as seguintes dimensões: criação-invenção-inovação; transmissão-difusão-divulgação; formação; circulação-distribuição; conservação-preservação; análise-crítica-estudo-pesquisa; cooperação-intercâmbio; fruição-consumo; legitimação e organização. Todas elas requerem pessoal especializado, a exceção da fruição-consumo, comum a todos, apesar das desigualdades do capitalismo. As políticas culturais têm conexão com a dimensão organizacional, em níveis macro ou microssociais, mas não se reduz a ela, pois um de seus desafios mais criativos é traduzir as políticas em programas e projetos.

Agora, pode-se enunciar o conceito atualizado: Política cultural é um conjunto articulado, consciente, continuado, deliberado, sistemático e planejado de intervenções, formulações e/ou atuações, de diversos entes culturais com o objetivo de: atender demandas e necessidades culturais da população; estimular o desenvolvimento simbólico; construir hegemonias para conservar ou transformar a sociedade e a cultura; e garantir cidadania e direitos culturais. Ela aciona recursos institucionais, infraestruturais, normativos, financeiros e de pessoal. Ela destina especial atenção às dimensões organizativas da dinâmica cultural. Para que exista, a política cultural exige rever a instrumentalização da cultura pela política e a inauguração de nova relação, na qual a política é instrumento e a cultura finalidade.

Outra alternativa teórica merece ser acionada. Arturo Escobar, em 1999, propôs entender políticas culturais ?como el proceso que se ejecuta cuando los actores sociales, moldeados o caracterizados por diferentes significados y prácticas culturales, entran en conflicto? (Escobar apud Nivón Bolán, 2006, p. 58). Ele incorpora como agentes de políticas culturais setores subalternizados em seus embates políticos contra a ordem vigente. A noção é contraposta explicitamente ao uso corrente do conceito de políticas culturais, ?vista como terreno autónomo separado de la política? (Alvarez; Dagnino; Escobar, 2000, p. 22). Eles anotam o vínculo entre cultura e política: ?El lazo constitutivo significa que la cultura, entendida como concepción del mundo y significados que integran prácticas sociales, no puede ser comprendida adecuadamente sin la consideración de las relaciones de poder imbricadas con ditas prácticas? (Alvarez; Dagnino; Escobar, 1999, p. 135).

Eles afirmam: ?Con la expresión políticas culturales nos referimos, entonces, por lo cual lo cultural deviene en hechos políticos? (Alvarez; Dagnino; Escobar, 1999, p. 135). Adiante, eles reafirmam que: ?las identidades y estrategias colectivas de todos los movimientos sociales están inevitablemente ligados al ámbito de la cultura? (Alvarez; Dagnino; Escobar, 1999, p. 141). Em texto publicado no ano 2000, eles enfatizam que movimentos sociais ?quando apresentam concepções alternativas de mulher, natureza, raça, economia, democracia ou cidadania, que desestabilizam os significados culturais dominantes, os movimentos põem em ação uma política cultural? (Alvarez; Dagnino; Escobar, 2000, p. 25). Tal perspectiva amplia a noção de políticas culturais, pois considera que as lutas políticas, que trazem concepções culturais contrapostas às dominantes e se insurgem contra sua vigência, se inscrevem no conceito de políticas culturais.

A fundamentação desenvolvida aponta para a relevância teórico-social crescente do tema proposto no programa de estudos e intervenções. A marginalidade histórica das políticas culturais vem sendo revertida, dando lugar ao interesse não só de acadêmicos, intelectuais e artistas, mas também de atores políticos e da sociedade civil organizada (Dominzain et al 2022). A incidência da cultura na formação da sociedade democrática, que reivindica inclusão, equidade, pluralismo e diversidade, passou ser cada vez mais considerada. A arena cultural começou a se tornar visível como espaço de poder. Ela é hoje campo de disputa no mundo e, em especial, na América Latina, onde lutas político-culturais e experimentos de políticas culturais se desenvolvem e precisam ser mais estudados.

ACHUGAR, Hugo. "Derechos culturales: ¿una nueva frontera de las políticas publicas para la cultura?"2013
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4. Plan de trabajo trienal (36 meses), desagregado por año.
PLAN DE TRABAJO PARA EL PRIMER AÑO (01/02/2023 al 31/12/2023)
OBJETIVOS
ACTIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUCCIÓN DE CONOCIMIENTO
(Acciones de articulación para la investigación social comparada, relevante y rigurosa)
Ampliar o intercâmbio entre estudiosos
de políticas culturais na América Latina.
Pesquisar as políticas culturais especificas desenvolvidas em diversos países
latino-americanos, estatais ou não
Constituir rede de pesquisadores de políticas culturais latino-americanos
Definição dos parâmetros e procedimentos comuns de análise

Desenvolvimento da pesquisa sobre políticas culturais nos diversos países
Rede Latino-Americana de Estudos e Pesquisa em Políticas Culturais constituída
Parâmetros e procedimentos definidos, compartilhados e aplicados

Versão inicial dos textos sobre as políticas culturais nos vários países
DIFUSIÓN DEL CONOCIMIENTO
(Acciones de formación, visibilización y comunicación de la producción)
Divulgar
informações e dados sobre membros e atividades do grupo
Difundir estudos e pesquisas sobre políticas culturais
Desenvolver projeto do site, com dados e informações. Ancorar site em instituição participante da rede
Realizar dois seminários virtuais abertos com temas de políticas culturais
Site implantado e divulgado
Seminários realizados com boa participação de estudiosos e comunidades culturais
PROMOCIÓN DE LA RESPONSABILIDAD PÚBLICA Y ACCIONES DE INTERVENCIÓN SOCIAL
(Relaciones con organismos de ciencia y tecnología, organizaciones no gubernamentales, sindicales, movimientos sociales, etc.)
Aprimorar e ampliar as relações existentes com organismos científicos e culturais; gestores e produtores culturais; agentes, coletivos, redes e comunidades culturais e responsáveis por políticas públicas de cultura, estatais ou não
Consolidar e ampliar relações
com redes e organismos de cooperação acadêmica e cultural

Desenvolver trabalho colaborativo com GT de trabajo Arte, enseñanza y ciudadanía.
Y con el GT Intelectuales, ideas y políticas.
Dialogar com organismos internacionais com atuação no campo cultural, a exemplo da Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI), Secretaria Geral Ibero-Americana (SEGIB) e Mercosul Cultural; com redes culturais existentes como a Cultura Viva Comunitária e com organismos de cultura nos diversos países
Consolidar relações com o Fórum Universitário Mercosul e com a Rede Latino-Americano de Gestão Cultural

Conversar com outras redes e organismos culturais internacionais

Dialogar e ver convergências com grupos afins ao tema da cultura e das políticas públicas de cultura
Acordos de colaboração de trabalhos conjuntos em políticas culturais definidos com algumas das entidades citadas

Realização de oficina(s) abertas e virtuais sobre experiências em políticas culturais, visando democratizar o debate sobre o tema
Trabalho colaborativo definido com algumas das redes e/ou organismos culturais internacionais







Modalidades de cooperação delineadas e em realização
ARTICULACIÓN CON OTRAS REDES E INSTITUCIONES LATINOMERICANAS, CARIBEÑAS Y MUNDIALES
(Redes científicas, organismos de cooperación internacional, instituciones académicas)
Consolidare
ampliar relações
com redes e organismos de cooperação acadêmica e cultural

Desenvolver trabalho colaborativo com outros grupos de trabalho CLACSO
Consolidar relações com o Fórum Universitário Mercosul e com a Rede Latino-Americano de Gestão Cultural
Conversar com outras redes e organismos culturais internacionais

Dialogar e ver convergências com grupos afins ao tema da cultura e das políticas públicas de cultura
Trabalho colaborativo definido com algumas das redes e/ou organismos culturais internacionais




Modalidades de cooperação delineadas e em realização
PLAN DE TRABAJO PARA EL SEGUNDO AÑO (01/01/2024 al 31/12/2024)
OBJETIVOS
ACTIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUCCIÓN DE CONOCIMIENTO
(Acciones de articulación para la investigación social comparada, relevante y rigurosa)
Aprimorar e consolidar a rede criada
Pesquisar as políticas culturais desenvolvidas em países latino-americanos, estatais ou não
Ampliação e fortalecimento do trabalho em rede

Desenvolvimento da pesquisa sobre políticas culturais nos diversos países
Rede em funcionamento consistente e permanente

Versão final dos textos sobre as políticas culturais nos vários países
DIFUSIÓN DEL CONOCIMIENTO
(Acciones de formación, visibilización y comunicación de la producción)
Divulgar atividades do grupo


Difundir estudos e pesquisas sobre políticas culturais
Atualização e aperfeiçoamento do site
Construção de bibliografia colaborativa de políticas culturais na América Latina.
Dossier en revistas arbitradas como
Alternativa (México)
RELACult - Revista Latino-Americana de Estudos em Cultura e Sociedade (Brasil)
Estudios Latinoamericanos (Uruguay)


Realização de dois seminários abertos e virtuais sobre políticas culturais


Debater os textos elaborados, reescrever os textos e publicar em livro
Site funcionando e amplamente difundido

Bibliografia disponibilizada no site




Seminários realizados com boa participação de estudiosos e comunidades culturais

Publicar livro contendo os estudos de políticas culturais em países latino-americanos
PROMOCIÓN DE LA RESPONSABILIDAD PÚBLICA Y ACCIONES DE INTERVENCIÓN SOCIAL
(Relaciones con organismos de ciencia y tecnología, organizaciones no gubernamentales, sindicales, movimientos sociales, etc.)
Aprimorar e ampliar as relações existentes entre organismos científicos e culturais; gestores e produtores culturais; agentes, redes, coletivos e comunidades culturais e responsáveis por políticas públicas de cultura, estatais ou não
Definição das entidades parceiras

Definição, em conjunto com as entidades parceiras, das atividades possíveis de serem realizadas
em parceria
Acordos de colaboração de aprovados

Realização de oficinas sobre experiências em políticas culturais para públicos amplos de agentes, coletivos, comunidades, gestores e produtores culturais
ARTICULACIÓN CON OTRAS REDES E INSTITUCIONES LATINOMERICANAS, CARIBEÑAS Y MUNDIALES
(Redes científicas, organismos de cooperación internacional, instituciones académicas)
Ampliar e consolidar relações com redes e organismos de cooperação cultural

Desenvolver trabalho colaborativo com GT : Arte, enseñanaza y ciudadanía e Intelectuales, ideas y política
Continuidade de contatos e acordos com outras redes e organismos culturais



Buscar contatos e colaboração com grupos afins ao tema da cultura e das políticas públicas de cultura
Trabalho colaborativo (cursos, seminários, consultoras etc.) com organismos culturais


Modalidades de cooperação delineadas e em realização
PLAN DE TRABAJO PARA EL TERCER AÑO (01/01/2025 al 31/12/2025)
OBJETIVOS
ACTIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUCCIÓN DE CONOCIMIENTO
(Acciones de articulación para la investigación social comparada, relevante y rigurosa)
Aprimorar e consolidar a rede


Estudar e comparar
as políticas culturais
latino-americanos, estatais
ou
não
Atualização e qualificação da rede


Definição dos parâmetros analíticos

Realização de análises comparativas sobre políticas culturais latino-americanas
Rede em funcionamento consistente e permanente

Versão final de textos sobre a análise comparativa das políticas culturais latino-americanas
DIFUSIÓN DEL CONOCIMIENTO
(Acciones de formación, visibilización y comunicación de la producción)
Divulgar
as atividades do grupo


Difundir estudos e pesquisas sobre políticas culturais
Atualização constante e aperfeiçoamento do site

Reunir a bibliografia levantada sobre políticas culturais


Realização de dois seminários abertos com temas relativos às políticas culturais

Debate dos textos elaborados, reescritura dos textos e publicação de livro
Site funcionando e amplamente difundido

Bibliografia de políticas culturais
disponibilizada
no site


Seminários realizados com boa participação de estudiosos e comunidades culturais

Livro publicado contendo análises comparativas efetuadas
PROMOCIÓN DE LA RESPONSABILIDAD PÚBLICA Y ACCIONES DE INTERVENCIÓN SOCIAL
(Relaciones con organismos de ciencia y tecnología, organizaciones no gubernamentales, sindicales, movimientos sociales, etc.)
Desenvolver atividades no campo das políticas culturais com entidades parceiras
Realização, em conjunto com as entidades, de oficinas sobre experiências em políticas culturais
Oficinas realizadas com públicos amplos de agentes, coletivos, comunidades, gestores e produtores culturais
ARTICULACIÓN CON OTRAS REDES E INSTITUCIONES LATINOMERICANAS, CARIBEÑAS Y MUNDIALES
(Redes científicas, organismos de cooperación internacional, instituciones académicas)
Consolidar e ampliar relações com redes e organismos de cooperação cultural

Desenvolver trabalho colaborativo com outros grupos de trabalho - CLACSO
Consolidação de acordos com redes e organismos culturais internacionais



Incorporação de outros grupos CLACSO ao debate sobre políticas culturais
Trabalho colaborativo com diversas redes e/ou organismos culturais internacionais


Parceria realizada de modo satisfatório

5. Integrantes del Grupo de Trabajo
Total de investigadores ingresados: 60
Hernán Morel
Secretaría de Investigación
Facultad de Filosofía y Letras
Universidad de Buenos Aires
Argentina
Gisele Marchiori Nousbaurmer
Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura
Universidade Federal da Bahia
Brasil
Luiz Augusto Fernandez Rodriguez
Programa de Pós-Graduação em Geografia
Instituto de Ciências, Campus da Praia Vermelha, Departamento de Geografia
Universidade Federal Fluminense
Brasil
Bradley Hilgert
Dirección de Investigación y Posgrado
Universidad de las Artes
Ecuador
Rocio Violeta Ortega Morales

_Otros
Alexandre Barbalho
Universidade Estadual do Ceará Programa de Pós-Graduação em Sociologia Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas Grupo de Pesquisa em Políticas de Cultura e de Comunicação (Cult.Com
Brasil
Angela Meneses
Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura
Universidade Federal da Bahia
Brasil
Rubens Bayardo
Escuela Interdisciplinaria de Altos Estudios Sociales
Universidad Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
José Roberto Severino

Uriel Bustamante
Facultad de Administración. Universidad Nacional de Colombia Sede Manizales
Facultad de Administración
Universidad Nacional de Colombia Sede Manizales
Colombia
Victor Vich
Instituto de Estudios Peruanos
Perú
Tomás Peter
Centro de Estudios de la Comunicación
Instituto de Comunicación e Imagen
Universidad de Chile
Chile
Rosario Lucesole Cimino
Secretaría de Desarrollo y Vinculación Institucional
Universidad Nacional de las Artes
Argentina
Eduardo Nivón Bolán [Coordinador/a]
División de Ciencias Sociales y Humanidades
Universidad Autónoma Metropolitana - Unidad Iztapalapa
México
Joao Luiz Guerreiro
Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura
Universidade Federal da Bahia
Brasil
Julieta Infantino
Secretaría de Investigación
Facultad de Filosofía y Letras
Universidad de Buenos Aires
Argentina
Marcia Genesia De Sant´anna
Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura
Universidade Federal da Bahia
Brasil
Ana María Rosas Montecón
Universidad Autónoma de la Ciudad de México
Coordinación Académica
Universidad Autónoma de la Ciudad de México
México
Hilda Jaqueline De Fraga

_Otros
María Inés Silva
Centro de Estudios de la Comunicación
Instituto de Comunicación e Imagen
Universidad de Chile
Chile
Ana Elisa Wortman
Instituto de Investigaciones Gino Germani
Facultad de Ciencias Sociales
Universidad de Buenos Aires
Argentina
Paulo César Miguez De Oliveira
Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura
Universidade Federal da Bahia
Brasil
Paula Simonetti
Escuela Interdisciplinaria de Altos Estudios Sociales
Universidad Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Hugo Achugar
Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación
Universidad de la República
Uruguay
María Adelaida Jaramillo

_Otros
Karina Mauro

Marcela Alejandra País Andrade

_Otros
Sofia Cardozo Rocha
Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura
Universidade Federal da Bahia
Brasil
Rocio Guadarrama

Lía Calabré
Grupo de Pesquisa em Educação, História e Interculturalidade
Universidade Federal de Sergipe
Brasil
Carla Daniela Rabelo Rodrigues
Instituto Latino-Americano de Arte Cultura e História
Universidade Federal da Integração Latino-Americana
Brasil
Renata De Paula Trindade Rocha
Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura
Universidade Federal da Bahia
Brasil
Victoria Lembo Gimenez
Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación
Universidad de la República
Uruguay
Pablo Cardoso
Dirección de Investigación y Posgrado
Universidad de las Artes
Ecuador
Antonio Albino Canelas Rubim [Coordinador/a]
Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura
Universidade Federal da Bahia
Brasil
Luana Vilutis
Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura
Universidade Federal da Bahia
Brasil
Luis Campos Medina

_Otros
Bruno Borja

_Otros
Sandra Velazquez

_Otros
Álvaro De Giorgi
Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación
Universidad de la República
Uruguay
Luisina Castelli Rodriguez
Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación
Universidad de la República
Uruguay
Andrés Luis Lamas Soares
Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura
Universidade Federal da Bahia
Brasil
Eloise Helena Livramento Dellagnelo
Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC
Brasil
Norma Campo Vera

Bolivia
Federico Siqueira
Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación
Universidad de la República
Uruguay
Sergio Villena Fiengo
Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales, Costa Rica
Costa Rica
Susana Dominzain [Coordinador/a]
Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación
Universidad de la República
Uruguay
Matias Zarlenga

_Otros
André Luis Ramos Soares

_Otros
Rafael Chavarria Contreras
Instituto de Estudios Avanzados
Universidad de Santiago de Chile
Chile
Gleise Cristiane Ferreira De Oliveira
Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura
Universidade Federal da Bahia
Brasil
Mónica Leite Lessa

_Otros
Ahtziri Molina

_Otros
Hortencia Santos
Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura
Universidade Federal da Bahia
Brasil
Carlos Yañez Canal

_Otros
Carla Pinochet Cobos
Facultad de Ciencias Sociales
Dirección de Investigación y Postgrado
Universidad Alberto Hurtado
Chile
Susan Elizabeth Rocha Ramirez
Univerisdad Central de Ecuador
Ecuador
Deborah Duarte
Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación
Universidad de la República
Uruguay
Deborah Rebello Lima

_Otros
Laura Bezerra
Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura
Universidade Federal da Bahia
Brasil