Campo Temático: Trabajo y relaciones laborales

Grupo de Trabajo: Reformas trabalhistas na América Latina: aproximações e diálogo

1. Nombre del Grupo de Trabajo.
Reformas trabalhistas na América Latina: aproximações e diálogo
Coordinador/es del Grupo de Trabajo
Héctor Palomino
Instituto de Estudios de América Latina y el Caribe
Facultad de Ciencias Sociales
Universidad de Buenos Aires
Argentina
Magda Biavaschi
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
Pós-Graduação de Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Estadual de Campinas
Brasil

2. Ubicación crítica del tema en el contexto latinoamericano y caribeño y en relación con la dinámica mundial.

Não se pode entender a regulação social do trabalho apartada da economia e das condicionantes sociais e políticas do momento histórico em que ela é produzida. O capitalismo contemporâneo, em sua feição globalizada e hegemonizada pelos interesses das finanças, vem impactando essa regulação e as instituições públicas incumbidas de dar-lhes eficácia (BIAVASCHI, 2017).  Em um contexto de crise como a que o capitalismo vivencia desde os anos de 1970, o movimento de busca de desregulamentação do mercado de trabalho tem sido incessante. Os objetivos, nem sempre declarados, são os de reduzir os custos do trabalho e fragilizar a organização dos trabalhadores (BIAVASCHI, 2017).   Nesse processo, as políticas de flexibilização das normas de proteção ao trabalho aparecem como tendência mundial, aprofundando-se as formas precarização. As diversas reformas na legislação trabalhista na Argentina, Brasil, Costa Rica, Colômbia, Chile, México e Uruguai são expressões dessa complexidade. Diante dessa realidade, é relevante a  construção de Fórum de discussão com o intuito de investigar tanto o sentido dessas reformas quanto  as estratégias resistências a elas construídas para, em  um diálogo comparado,  serem fornecidos ao debate elementos que permitam  que mais bem se compreendam os fatores que atuam na sua própria definição  e nas consequências  dessas reformas, bem como, diante delas, se investigar  o papel das instituições públicas  no sentido de oferecer (ou não) obstáculos ao seu aprofundamento.

Numerosos trabalhos sustentam que as reformas laborais ocorridas na América Latina nas décadas de 1980 e 1990 não produziram os resultados anunciados. A flexibilização contratual e organizativa, o rebaixamento dos salários, a privatização de parte do sistema de seguridade social e a redução da politicas sociais e laborais não produziram melhoras nos níveis de emprego e propiciaram a precarização do trabalho e o incremento da desigualdade. (BOHOSLAVSKY, 2017; FRAILE. 2009; VEGA RUIZ, 2015). Em um estudo  recente  (ADAMS et al, 2019) afirma que o incremento da proteção aos trabalhadores está correlacionada ao aumento do emprego e a diminuição da desigualdade ao longo do tempo. 

O GT é resultado de aproximações intelectuais sobre o tema com pesquisadores Argentinos oriundos da UBA, UNAJ, UNNE, FLACSO, e UNLP, pesquisadores brasileiros da UNICAMP, UFF e UFBA. Como também de pesquisadores do Uruguai com sede na UdelaR. Além de parcerias com professores chilenos, colombianos, costa riquinhos e mexicanos, que com suas especificidades decidiram se reunir em um espaço de diálogo para enfrentar o tema da reforma trabalhista na América Latina.

ADAMS et al. La importancia económica de la legislación de protección del empleo y sobre modalidades diferentes
de empleo en 117 países, 1990-2013In: Revista Internacional del Trabajo, vol. 138 (2019), núm. 1.
Basualdo, Eduardo M. (2006). “La reestructuración de la economía argentina durante las últimas décadas de la sustitución de importaciones a la valorización financiera”. En publicación: Neoliberalismo y sectores dominantes. Tendencias globales y experiencias nacionales. In: Basualdo, Eduardo M.; Arceo, Enrique. CLACSO, Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales, Buenos Aires. Agosto 2006.
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BASUALDO, Victoria; MORALES, Diego (Orgs). La tercerización laboral: orígenes, impacto y claves para su análisis en América Latina. 1ª ed. Buenos Aires: Siglo Veintiuno Editores, 2014.

Basualdo, Victoria (2012). Avances y desafíos de la clase trabajadora en la Argentina de la posconvertibilidad. Informe Anual del CELS, Buenos Aires

BELLUZZO, Luíz. G. O Capital e suas metamorfoses. São Paulo: Unesp, 2013.
Bensusán, G. (2006). La reforma laboral. Economía, UNAM. Vol. 3, No. 9 (99.33-53). Disponible en http://revistas.unam.mx/index.php/ecu/article/view/2893/2453
Bernazza, C. (2016). Bienvenidos al pasado. Revista Perspectivas de Políticas Públicas (11), pp. 27-37
Biavaschi, Magda Barros. (2007) O Direito do Trabalho no Brasil – 1930-1942: a construção do sujeito e direitos Trabalhistas. São Paulo: LTr, 2007
BOHOSLAVSKY, Juan Pablo. Informe del Experto Independiente sobre las consecuencias de la deuda externa y las obligaciones
financieras internacionales conexas de los Estados para
el pleno goce de todos los derechos humanos, sobre todo
los derechos económicos, sociales y culturales. In: Boletin do Cosejos de Derechos Humanos da UNU, 2017.

Crespo, E. y Ghibaudi, J. (2017). El proceso neoliberal de larga duración y los gobiernos progresistas en América Latina. En D. García Delgado y A. Gradin (2017). Neoliberalismo Tardío. Teoría y Praxis. (1, pp. 29-39). Buenos Aires: FLACSO.
FRAILE, Lydia. La experiencia neoliberal de América Latina. Políticas sociales y laborales desde el decenio de 1980. In: Revista Internacional del Trabajo, vol. 128 (2009), núm. 3.
KREIN, José Dari; Biavaschi, Magda B. (2015). “Os movimentos contraditórios da regulação do trabalho no Brasil dos anos 2000”. Revista Cuadernos del Cendes, Caracas.

Sader, E. (coord.), Serrano Mancilla, A., García Linera, A. y otros (2016). Las vías abiertas de América Latina: siete ensayos en busca de una respuesta: ¿fin de ciclo o repliegue temporal?. Caracas: CELAG-BANDES.
Santos, Anselmo Luis dos; Biavaschi, Magda Barros. (2014). “A terceirização no contexto da reconfiguração do capitalismo contemporâneo: a dinâmica da construção da Súmula nº 331 do TST”. Revista do Tribunal Superior do Trabalho, São Paulo, v. 80, n. 3, p. 19-35, jul./set. 2014.
VEGA, María Luz, Ed. La Reforma Laboral en América Latina: 15 anos después. Lima: OIT, 2005

3. Fundamentación y análisis de la relevancia teórica del tema frente al contexto analizado.

A principal questão que agrega os pesquisadores em torno da formação do GT Reforma Trabalhista na América Latina são as próprias características sobre as políticas governamentais dos diferentes países da América Latina, com base em governos com diferentes orientação políticas (Bernazza, 2016; Crespo y Ghibaudi, 2017; Sader (coord.), Serrano Mancilla, García Linera y otros, 2017, etc.)

Se tomarmos como exemplo o Brasil e a Argentina, esses dois países apresentam aspectos similares quanto às reformas levadas à efeito a partir da década de 1990. São países com história de desenvolvimento do capitalismo semelhante, apesar de suas particulariedades, diferenças em termos dimensionais, demográfico  e econômicos. (BASUALDO, 2006).

Nos períodos subsequentes à década de 1990, houve modificações importantes nos dois países. A administração Kirchner, que se iniciou em 2003 com a presidência de Néstor Kirchner e prosseguiu a partir de 2011 com a da Cristina Kirchner, adotou uma séria de medidas positivas no que tange às políticas sociais públicas (BASUALDO, 2012). Em 2015, com a posse do presidente Mauricio Macri, evidenciam-se alterações no cenário econômico que impactam a tela de proteção social ao trabalho. Coincidentemente, no Brasil, depois de período marcado por uma positiva melhora nos índices de emprego e de incorporação da massa trabalhadora à tela de proteção social e ampliação da base salarial, como mostram os dados do período 2006-2014, também se vivenciam tempos de declínio de direitos.  A economia entra em crise que se aprofunda depois do impeachment da Presidente Dilma Rousseff, em um cenário de implementação de reformas estruturais alicerçadas em políticas de austeridade fiscal, com impactos negativos àqueles localizados, sobretudo, na base da pirâmide social. (SANTOS; BIAVASCHI, 2014)

No Brasil, a pesar de ter havido certas inciativas flexibilizadoras no campo da proteção social,  sobretudo na década de 1990 e com certa continuidade nos anos 2000  (KREIN y BIAVASCHI, 2015),  o quadro normativo construído sistematicamente no período da Era Vargas e constitucionalizado em 1988 (BIAVASCHI, 2007) foi mantido na  sua essência.  No entanto, com a reforma trabalhista aprovada e vigente a partir de novembro de 2017, esse sistema foi brutalmente alterado.

Parte-se do pressuposto de que as ações voltadas ao trabalho nos diferentes países Latino Americanos estão relacionadas não apenas com a política trabalhista em sentido estrito, mas com a orientação econômica mais geral adotada para o continente. Situação diferente, por exemplo, foi aquele que, por significativo período, o México vivenciou[1], embalado no Tratado de Livre Comércio com os Estados Unidos e o Canadá (ALCAN). Nesse período, esse país que, mantendo as políticas de austeridade implementadas nos 1990, apresentou taxas de crescimento menos significativas e impactos menos positivos sobre o mercado de trabalho e, introduzindo uma reforma trabalhista (2013),  impactou profunda e negativamente as condições de trabalho da população. Os rumos no novo governo que, inclusive, propôs e viu aprovada (maio de 2019) uma nova legislação de proteção ao trabalho alicerçada no princípio da vedação de retrocessos e no respeito à tela pública de proteção social, são recentes e precisam ser melhor avaliados e estudados.  

O presente grupo de trabalho terá como preocupação central analisar as consequências sociais da deterioração das condições de trabalho diante da perda dos direitos sociais e da fragilização das instituições públicas do trabalho (Belluzzo, 2013), buscando traçar comparações entre as diferentes realidades da América Latina, especialmente: Argentina, Brasil, Chile, Uruguai, Colômbia e México.

 

[1] Com a posse do presidente Obrador, o México retoma uma caminhada rumo à busca de autonomia e maior equidade.

Basualdo, Eduardo M. (2006). “La reestructuración de la economía argentina durante las últimas décadas de la sustitución de importaciones a la valorización financiera”. En publicación: Neoliberalismo y sectores dominantes. Tendencias globales y experiencias nacionales. In: Basualdo, Eduardo M.; Arceo, Enrique. CLACSO, Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales, Buenos Aires. Agosto 2006.
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BASUALDO, Victoria; MORALES, Diego (Orgs). La tercerización laboral: orígenes, impacto y claves para su análisis en América Latina. 1ª ed. Buenos Aires: Siglo Veintiuno Editores, 2014.

Basualdo, Victoria (2012). Avances y desafíos de la clase trabajadora en la Argentina de la posconvertibilidad. Informe Anual del CELS, Buenos Aires

BELLUZZO, Luíz. G. O Capital e suas metamorfoses. São Paulo: Unesp, 2013.

Bensusán, G. (2006). La reforma laboral. Economía, UNAM. Vol. 3, No. 9 (99.33-53). Disponible en http://revistas.unam.mx/index.php/ecu/article/view/2893/2453
Bernazza, C. (2016). Bienvenidos al pasado. Revista Perspectivas de Políticas Públicas (11), pp. 27-37
Biavaschi, Magda Barros. (2007) O Direito do Trabalho no Brasil – 1930-1942: a construção do sujeito e direitos Trabalhistas. São Paulo: LTr, 2007

Crespo, E. y Ghibaudi, J. (2017). El proceso neoliberal de larga duración y los gobiernos progresistas en América Latina. En D. García Delgado y A. Gradin (2017). Neoliberalismo Tardío. Teoría y Praxis. (1, pp. 29-39). Buenos Aires: FLACSO.

Krein, José Dari; Biavaschi, Magda B. (2015). “Os movimentos contraditórios da regulação do trabalho no Brasil dos anos 2000”. Revista Cuadernos del Cendes, Caracas.

Sader, E. (coord.), Serrano Mancilla, A., García Linera, A. y otros (2016). Las vías abiertas de América Latina: siete ensayos en busca de una respuesta: ¿fin de ciclo o repliegue temporal?. Caracas: CELAG-BANDES.
Santos, Anselmo Luis dos; Biavaschi, Magda Barros. (2014). “A terceirização no contexto da reconfiguração do capitalismo contemporâneo: a dinâmica da construção da Súmula nº 331 do TST”. Revista do Tribunal Superior do Trabalho, São Paulo, v. 80, n. 3, p. 19-35, jul./set. 2014.
4. Plan de trabajo trienal (36 meses), desagregado por año.
PLAN DE TRABAJO PARA EL PRIMER AÑO (01/11/2019 al 31/10/2020)
OBJETIVOS
ACTIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUCCIÓN DE CONOCIMIENTO
(Acciones de articulación para la investigación social comparada, relevante y rigurosa)
Desenvolver uma plataforma a ser disponibilizada de modo online, que agregue os pressupostos das reformas trabalhistas em vigor ou em tramitação em cada um dos países investigados
Reuniões online com o intuito de estabelecer uma bibliografia comum entre os diferentes membros do grupo.
Produção de uma plataforma digital para disponibilização das bibliografias, agenda e divulgação das atividades do grupo
DIFUSIÓN DEL CONOCIMIENTO
(Acciones de formación, visibilización y comunicación de la producción)
Organizar cursos livres e encontros com os membros do Grupo de Trabalho.
Organização de cursos livres e um grandes eventos com o intuito de estabelecer um diálogo com as diversas realidades vividas na América Latina
Construção de uma agenda conjunta para análise das Reformas Trabalhistas aprovadas ou em tramitação na América Latina
PROMOCIÓN DE LA RESPONSABILIDAD PÚBLICA Y ACCIONES DE INTERVENCIÓN SOCIAL
(Relaciones con organismos de ciencia y tecnología, organizaciones no gubernamentales, sindicales, movimientos sociales, etc.)
Articular ações com centrais sindicais e movimentos sociais dos diversos países da América Latina
Diálogos locais com sindicalistas e movimentos sociais
Avaliação dos impactos das reformas trabalhistas e das ações de resistência ou apoio as alterações legislativas.
ARTICULACIÓN CON OTRAS REDES E INSTITUCIONES LATINOMERICANAS, CARIBEÑAS Y MUNDIALES
(Redes científicas, organismos de cooperación internacional, instituciones académicas)
Articular com Grupos de Trabalho da LASA, ALAST e Mundos do Trabalho no Brasil
Participação dos membros do GT nos eventos organizados pelas redes e instituições parceiras, proposição de Simpósios Temáticos e Mesas redondas
Ampliação do diálogo com pesquisadores sobre a necessidade de avaliação dos impactos das reformas trabalhistas na América Latina
PLAN DE TRABAJO PARA EL SEGUNDO AÑO (01/11/2020 al 31/10/2021)
OBJETIVOS
ACTIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUCCIÓN DE CONOCIMIENTO
(Acciones de articulación para la investigación social comparada, relevante y rigurosa)
Publicar a Plataforma online
Revisão da plataforma digital e disponibilização na internet
Plataforma online de consulta pública
DIFUSIÓN DEL CONOCIMIENTO
(Acciones de formación, visibilización y comunicación de la producción)
Analisar os impactos das alterações nos códigos trabalhistas
Reunir a produção bibliográfica em relação ao tema da reforma trabalhista na América Latina
Divulgar e analisar as alterações legislativas aprovadas e andamento nos países selecionados
PROMOCIÓN DE LA RESPONSABILIDAD PÚBLICA Y ACCIONES DE INTERVENCIÓN SOCIAL
(Relaciones con organismos de ciencia y tecnología, organizaciones no gubernamentales, sindicales, movimientos sociales, etc.)
Articular ações com centrais sindicais e movimentos sociais dos diversos países da América Latina
Diálogos locais com sindicalistas e movimentos sociais
Avaliação dos impactos das reformas trabalhistas e das ações de resistência ou apoio as alterações legislativas.
ARTICULACIÓN CON OTRAS REDES E INSTITUCIONES LATINOMERICANAS, CARIBEÑAS Y MUNDIALES
(Redes científicas, organismos de cooperación internacional, instituciones académicas)
Articular com Grupos de Trabalho da LASA, ALAST e Mundos do Trabalho no Brasil
Participação dos membros do GT nos eventos organizados pelas redes e instituições parceiras, proposição de Simpósios Temáticos e Mesas redondas
Ampliação do diálogo com pesquisadores sobre a necessidade de avaliação dos impactos das reformas trabalhistas na América Latina
PLAN DE TRABAJO PARA EL TERCER AÑO (01/11/2021 al 31/10/2022)
OBJETIVOS
ACTIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUCCIÓN DE CONOCIMIENTO
(Acciones de articulación para la investigación social comparada, relevante y rigurosa)
Publicar livro com os resultados dos três anos do GT
Produção de um livro que busque apresentar as aproximações conceituais em torno do tema da reforma trabalhista
Estabelecimento de uma agenda conjunta que permita analisar empiricamente os impactos da reforma trabalhista.
DIFUSIÓN DEL CONOCIMIENTO
(Acciones de formación, visibilización y comunicación de la producción)
Produzir um curso online sobre os impactos da reforma trabalhista
Organizar um curso online que possibilita o acesso e a divulgação das discussões desenvolvidas no âmbito do Grupo de Trabalho
Ampla participação de pesquisadores, sindicalistas, militantes de movimentos sociais
PROMOCIÓN DE LA RESPONSABILIDAD PÚBLICA Y ACCIONES DE INTERVENCIÓN SOCIAL
(Relaciones con organismos de ciencia y tecnología, organizaciones no gubernamentales, sindicales, movimientos sociales, etc.)
Articular ações com centrais sindicais e movimentos sociais dos diversos países da América Latina
Organizar
de um grande evento de divulgação e formação com pesquisadores, sindicalista, militantes de movimentos sociais
Amplo acesso aos impactos e as formas de analisar as reformas trabalhistas na América Latina
ARTICULACIÓN CON OTRAS REDES E INSTITUCIONES LATINOMERICANAS, CARIBEÑAS Y MUNDIALES
(Redes científicas, organismos de cooperación internacional, instituciones académicas)
Articulação com Grupos de Trabalho da LASA, ALAST e Mundos do Trabalho no Brasil
Participação dos membros do GT nos eventos organizados pelas redes e instituições parceiras, proposição de Simpósios Temáticos e Mesas redondas
Ampliação do diálogo com pesquisadores sobre a necessidade de avaliação dos impactos das reformas trabalhistas na América Latina

5. Integrantes del Grupo de Trabajo
Total de investigadores ingresados: 60
Jazmin Jareth Goicochea Medina
Unidad de Post-Grado
Facultad de Ciencias Sociales
Universidad Nacional Mayor de San Marcos
Perú
Roxana Celeste Sanchez
Instituto de Estudios de América Latina y el Caribe
Facultad de Ciencias Sociales
Universidad de Buenos Aires
Argentina
Lucía Genoveva Lira
Instituto de Estudios de América Latina y el Caribe
Facultad de Ciencias Sociales
Universidad de Buenos Aires
Argentina
Andrea Carla Giacomuzzi
Instituto de Estudios de América Latina y el Caribe
Facultad de Ciencias Sociales
Universidad de Buenos Aires
Argentina
Fernando Victor Carmona Alert
Instituto de Ciencias Alejandro Lipschutz
Organismo no Gubernamental de Desarrollo
Chile
Alejandro Vignolo Cabrera
Unidad Académica de la Comisión Sectorial de Investigación Científica de la Universidad de la República (UA CSIC-Udelar)
Uruguay
Elina Pessanha
UFF
Brasil
Súllivan Dos Santos Pereira
Centro de Estudos e Pesquisas em Humanidades
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Federal da Bahia
Brasil
Maria Noel Bulloni Yaquinta
Instituto de Ciencias Sociales y Administración
Universidad Nacional Arturo Jauretche
Argentina
Héctor Lucena

Héctor Palomino [Coordinador/a]
Instituto de Estudios de América Latina y el Caribe
Facultad de Ciencias Sociales
Universidad de Buenos Aires
Argentina
Mariana Laura González
Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales, Argentina
Programa Argentina
Argentina
Miguel Rossetto

Pietro Rodrigo Borsari
UNICAMP
Brasil
Leonardo Dos Santos Correia
Centro de Estudos e Pesquisas em Humanidades
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Federal da Bahia
Brasil
Felipe Estrela
Centro de Estudos e Pesquisas em Humanidades
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Federal da Bahia
Brasil
Pedro Daniel Blanco Alves
UNICAMP
Brasil
Fernando Teixeira Da Silva
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
Pós-Graduação de Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Estadual de Campinas
Brasil
Renata Dutra
Centro de Estudos e Pesquisas em Humanidades
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Federal da Bahia
Brasil
Adelaida Ivonne Cancela Castiglia
Facultad de Derecho- Uruguay
Clarice Gontarski Speranza
UFRGS
Brasil
Alisson Droppa
Faculdade de Educação. Universidad Estadual de Campinas /UNICAMP
Faculdade de Educação
Universidad Estadual de Campinas /UNICAMP
Brasil
Magda Biavaschi [Coordinador/a]
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
Pós-Graduação de Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Estadual de Campinas
Brasil
Ana Laura López Alvarez
Instituto Derecho del Trabajo y Seguridad Social
Uruguay
Barbara Vallejos Vazquez
Dieese
Brasil
Silvia Patricia Garro
Instituto de Estudios de América Latina y el Caribe
Facultad de Ciencias Sociales
Universidad de Buenos Aires
Argentina
María Alejandra Esponda
Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales, Argentina
Programa Argentina
Argentina
Mariela Quiñones Montoro
Departamento de Ciencias Sociales
Centro Universitario Regional Litoral Norte
Universidad de la República
Uruguay
Roxana Elizabeth Maidana
Instituto de Estudios de América Latina y el Caribe
Facultad de Ciencias Sociales
Universidad de Buenos Aires
Argentina
Luisa Fernanda Gómez Duque

Antonio Aravena Carrasco
Facultad de Ciencias Sociales
Dirección de Investigación y Postgrado
Universidad Alberto Hurtado
Chile
Isabela Fadul De Oliveira
Centro de Estudos e Pesquisas em Humanidades
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Federal da Bahia
Brasil
Willebaldo Gómez Zuppa
División de Ciencias Sociales y Humanidades
Universidad Autónoma Metropolitana - Unidad Azcapotzalco
México
Tatiane Bartmann
UFRGS
Brasil
Joaquín Perrone
Instituto de Derecho del Trabajo y Seguridad Social
Uruguay
Luis Quintana Romero

Euzébio Jorge Silveira De Sousa

Alejandra Rivera Alvarado
Unidad de Post-Grado
Facultad de Ciencias Sociales
Universidad Nacional Mayor de San Marcos
Perú
Victoria Basualdo
Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales, Argentina
Programa Argentina
Argentina
Agustín Ezequiel Díaz
Instituto de Estudios de América Latina y el Caribe
Facultad de Ciencias Sociales
Universidad de Buenos Aires
Argentina
Gisela Adriana Leone
Instituto de Estudios de América Latina y el Caribe
Facultad de Ciencias Sociales
Universidad de Buenos Aires
Argentina
Luana Schubert Ledermann
Universidade Federal de Pelotas
Brasil
Marcia Leite
Faculdade de Educação. Universidad Estadual de Campinas /UNICAMP
Faculdade de Educação
Universidad Estadual de Campinas /UNICAMP
Brasil
Bruno Mandelli
UFRGS
Brasil
Marilane Oliveira Teixeira
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
Pós-Graduação de Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Estadual de Campinas
Brasil
Pablo Javier Eguibar
Instituto de Estudios de América Latina y el Caribe
Facultad de Ciencias Sociales
Universidad de Buenos Aires
Argentina
Andrea Del Bono
Instituto de Ciencias Sociales y Administración
Universidad Nacional Arturo Jauretche
Argentina
Hugo Barretto Ghione
Instituto de Derecho del Trabajo y Seguridad Social, Universidad de la Republica
Uruguay
Maria Da Graça Druck
Centro de Estudos e Pesquisas em Humanidades
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Federal da Bahia
Brasil
Bianca Silva Matos
Centro de Estudos e Pesquisas em Humanidades
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Federal da Bahia
Brasil
María Fernanda Calisto
Instituto de Derecho del Trabajo y Seguridad Social, Facultad de Derecho, Universidad de la República.
Uruguay
Diego Martin Raus
Instituto de Estudios de América Latina y el Caribe
Facultad de Ciencias Sociales
Universidad de Buenos Aires
Argentina
Quéren Samai Moraes Santana
Centro de Estudos e Pesquisas em Humanidades
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Federal da Bahia
Brasil
Thaís De Souza Lapa

Carlos Salas

Daniela García Martínez
nstituto de Derecho del Trabajo y Seguridad Social. Facultad de Derecho, Universidad de la República
Uruguay
Jaina Bárbara Da Silva
Centro de Estudos e Pesquisas em Humanidades
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Federal da Bahia
Brasil
María Leonela Artavia Jiménez
Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales, Costa Rica
Costa Rica
Matías Cremonte
Asociación de abogadas y abogados laboralistas
Argentina
Mercedes Reneé Lasa
Instituto de Estudios de América Latina y el Caribe
Facultad de Ciencias Sociales
Universidad de Buenos Aires
Argentina




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