Plataforma para la Promoción de Programas de Posgrado
Doutorado em História
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas - Pós-Graduação de Filosofia e Ciências Humanas - Universidade Estadual de Campinas - IFCH/UNICAMP - Brasil
Información General
Duración: Tiempo mínimo: 24 meses. Tiempo máximo: 61 meses.Correo Electrónico: [email protected]
Web: www.ifch.unicamp.br/pos/historia
Programa Académico
O Programa de Pós-graduação em História da Unicamp que completou trinta anos em 2006, surgiu como Programa de Mestrado em História do Brasil refletindo, por suas referências teóricas, abordagens e métodos, tendências inovadoras da historiografia brasileira. Essa fase inicial foi importante para a recuperação da memória política das classes trabalhadoras, com estudos sobre a vida cotidiana, a vida fora das fábricas e a cultura popular.
A segunda fase teve início na década seguinte, com a criação do Doutorado em História. Nesse momento o Programa ampliava a sua base de titulação, criando uma área de concentração comum -História Social do Trabalho-, que abrigou cinco linhas de pesquisa: Escravidão e trabalho livre; Movimentos sociais; Processo de trabalho; Política e trabalho; Cultura e cidades. Um dos resultados da linha de Cultura e Cidades foi a criação do Centro de Memória da UNICAMP em 1985. Vinculado à Reitoria da Universidade, mas dirigido e pleno de pesquisadores do Programa de Pós-graduação em História, o CMU é um espaço importante de documentação e de estudos.
Em 1989 foi criada uma segunda área de concentração em História da Arte e da Cultura no Programa de Pós-graduação em História da UNICAMP. Pela primeira vez no Brasil, um programa de pós-graduação de História incorporava uma área com esse perfil que era tradicionalmente disposta em escolas e institutos de Belas Artes ou de Arquitetura.
No anos 1990 o Programa de Pós-graduação em História da UNICAMP ampliou suas temáticas de interesse e dentre os novos temas de pesquisa (religião, gênero, racismo, cultura material, pós-modernismo) foram somados também aqueles desenvolvidos no âmbito da história da arquitetura, da iconografia dos viajantes, das relações entre arte e política, aproximando tanto as linhas de pesquisa como as áreas de concentração. Estudos multidisciplinares, novas temáticas, fatos no cotidiano acadêmico das Linhas de Pesquisa que, de forma contínua e latente, exigiam mudanças curriculares. Some-se a isto as diretrizes da Lei de Diretrizes e Bases (LDB), o novo Regimento Geral da Pós-Graduação da UNICAMP, as recomendações e observações dos comitês de avaliação da Capes e as novas políticas de concessão de benefícios e prazos dos órgãos de fomento.
Em 1993 a Área de Concentração de História Social do Trabalho teve um redimensionamento das linhas de pesquisa. Surgiram as seguintes linhas: Trabalho, Política e Movimentos Sociais; História Social da Escravidão e do Racismo; Cultura e Cidades: políticas urbanas, produção cultural e cidadania. Duas novas linhas foram criadas: História Social da Cultura; Jogos do Político: conceitos, representações e imaginário; História, Memória e Historiografia. Em 1997, este movimento de mudanças passou a incorporar a linha História, Cultura e Gênero que privilegiou a História Cultural como abordagem teórica central dos estudos de gênero, identidades, sociabilidades e cultura material.
A atual configuração do Programa de Pós-graduação em História teve início em 2001, e a grade curricular foi remodelada visando atingir objetivos essenciais: maior integração entre a graduação e a pós-graduação, maior aproveitamento das atividades das linhas de pesquisa e maior equilíbrio entre a pesquisa e os trabalhos em sala de aula e em centros e núcleos para estudantes e docentes da pós-graduação. Desde 2002 temos quatro áreas de concentração, novas nomenclaturas que revelam suas origens temáticas: História da Arte (apenas Mestrado), História Cultural, História Social, Política, Memória e Cidade.
Em 2004 foi instituído o Doutorado na área de História da Arte, completando a fase de modernização curricular. Em 2006 aprovamos uma nova linha de pesquisa na área de História Social: História Social da África, que surgiu dos estudos relacionados à escravidão levados a cabo por pesquisadores da linha de História Social da Cultura. Trata-se da pesquisa de espaços e contextos informados por identidades, práticas e pensamentos vinculados à África, propondo uma colaboração estimulante entre pesquisadores da área nos Departamentos de Antropologia e História.
OBJETIVOS DEL PROGRAMA:
Dessa trajetória de trinta anos que consolidou um trabalho coletivo inovador e consistente, reforçamos os objetivos iniciais:
•formar docentes e pesquisadores de alto nível, que possam atuar em IES, arquivos, institutos de pesquisa, fundações, conselhos de patrimônio, entre outros;
•propiciar o desenvolvimento intelectual em ambiente de constante debate teórico e de exploração de novos temas e fontes de investigação;
•contribuir significativamente para o ensino, a pesquisa, a construção e disseminação do conhecimento em História.
A segunda fase teve início na década seguinte, com a criação do Doutorado em História. Nesse momento o Programa ampliava a sua base de titulação, criando uma área de concentração comum -História Social do Trabalho-, que abrigou cinco linhas de pesquisa: Escravidão e trabalho livre; Movimentos sociais; Processo de trabalho; Política e trabalho; Cultura e cidades. Um dos resultados da linha de Cultura e Cidades foi a criação do Centro de Memória da UNICAMP em 1985. Vinculado à Reitoria da Universidade, mas dirigido e pleno de pesquisadores do Programa de Pós-graduação em História, o CMU é um espaço importante de documentação e de estudos.
Em 1989 foi criada uma segunda área de concentração em História da Arte e da Cultura no Programa de Pós-graduação em História da UNICAMP. Pela primeira vez no Brasil, um programa de pós-graduação de História incorporava uma área com esse perfil que era tradicionalmente disposta em escolas e institutos de Belas Artes ou de Arquitetura.
No anos 1990 o Programa de Pós-graduação em História da UNICAMP ampliou suas temáticas de interesse e dentre os novos temas de pesquisa (religião, gênero, racismo, cultura material, pós-modernismo) foram somados também aqueles desenvolvidos no âmbito da história da arquitetura, da iconografia dos viajantes, das relações entre arte e política, aproximando tanto as linhas de pesquisa como as áreas de concentração. Estudos multidisciplinares, novas temáticas, fatos no cotidiano acadêmico das Linhas de Pesquisa que, de forma contínua e latente, exigiam mudanças curriculares. Some-se a isto as diretrizes da Lei de Diretrizes e Bases (LDB), o novo Regimento Geral da Pós-Graduação da UNICAMP, as recomendações e observações dos comitês de avaliação da Capes e as novas políticas de concessão de benefícios e prazos dos órgãos de fomento.
Em 1993 a Área de Concentração de História Social do Trabalho teve um redimensionamento das linhas de pesquisa. Surgiram as seguintes linhas: Trabalho, Política e Movimentos Sociais; História Social da Escravidão e do Racismo; Cultura e Cidades: políticas urbanas, produção cultural e cidadania. Duas novas linhas foram criadas: História Social da Cultura; Jogos do Político: conceitos, representações e imaginário; História, Memória e Historiografia. Em 1997, este movimento de mudanças passou a incorporar a linha História, Cultura e Gênero que privilegiou a História Cultural como abordagem teórica central dos estudos de gênero, identidades, sociabilidades e cultura material.
A atual configuração do Programa de Pós-graduação em História teve início em 2001, e a grade curricular foi remodelada visando atingir objetivos essenciais: maior integração entre a graduação e a pós-graduação, maior aproveitamento das atividades das linhas de pesquisa e maior equilíbrio entre a pesquisa e os trabalhos em sala de aula e em centros e núcleos para estudantes e docentes da pós-graduação. Desde 2002 temos quatro áreas de concentração, novas nomenclaturas que revelam suas origens temáticas: História da Arte (apenas Mestrado), História Cultural, História Social, Política, Memória e Cidade.
Em 2004 foi instituído o Doutorado na área de História da Arte, completando a fase de modernização curricular. Em 2006 aprovamos uma nova linha de pesquisa na área de História Social: História Social da África, que surgiu dos estudos relacionados à escravidão levados a cabo por pesquisadores da linha de História Social da Cultura. Trata-se da pesquisa de espaços e contextos informados por identidades, práticas e pensamentos vinculados à África, propondo uma colaboração estimulante entre pesquisadores da área nos Departamentos de Antropologia e História.
OBJETIVOS DEL PROGRAMA:
Dessa trajetória de trinta anos que consolidou um trabalho coletivo inovador e consistente, reforçamos os objetivos iniciais:
•formar docentes e pesquisadores de alto nível, que possam atuar em IES, arquivos, institutos de pesquisa, fundações, conselhos de patrimônio, entre outros;
•propiciar o desenvolvimento intelectual em ambiente de constante debate teórico e de exploração de novos temas e fontes de investigação;
•contribuir significativamente para o ensino, a pesquisa, a construção e disseminação do conhecimento em História.
O processo seletivo será conduzido por uma banca designada pelo Departamento, observando equilibrada representação das áreas de concentração. A banca levará em conta o desempenho do candidato nas processo seletivo e também a disponibilidade efetiva para orientação das linhas e dos docentes.
Por ocasião da inscrição, o candidato deve indicar a linha de pesquisa em que se enquadra seu projeto.
A seleção ocorrerá em três etapas, sendo as duas primeiras eliminatórias;
• Avaliação do dossiê apresentado pelo candidato (projeto de pesquisa, currículo, e demais materiais eventualmente solicitados em edital);
• Entrevista.
• Prova de proficiência em língua estrangeira. (O Doutorado exige capacitação em duas línguas estrangeiras, sendo uma delas o inglês, e a outra podendo ser francês ou o italiano. A prova de proficiência da língua estrangeira realizada no Mestrado ou em instituições reconhecidas poderá ser convalidada para o Doutorado, mediante apresentação de comprovante para apreciação da Comissão Julgadora. Caso o candidato não seja aprovado no exame de proficiência, terá prazo até a realização de sua qualificação para realizar novo exame e obter essa aprovação.)
Por ocasião da inscrição, o candidato deve indicar a linha de pesquisa em que se enquadra seu projeto.
A seleção ocorrerá em três etapas, sendo as duas primeiras eliminatórias;
• Avaliação do dossiê apresentado pelo candidato (projeto de pesquisa, currículo, e demais materiais eventualmente solicitados em edital);
• Entrevista.
• Prova de proficiência em língua estrangeira. (O Doutorado exige capacitação em duas línguas estrangeiras, sendo uma delas o inglês, e a outra podendo ser francês ou o italiano. A prova de proficiência da língua estrangeira realizada no Mestrado ou em instituições reconhecidas poderá ser convalidada para o Doutorado, mediante apresentação de comprovante para apreciação da Comissão Julgadora. Caso o candidato não seja aprovado no exame de proficiência, terá prazo até a realização de sua qualificação para realizar novo exame e obter essa aprovação.)