Plataforma para la Promoción de Programas de Posgrado
Doutorado em Filosofia
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas - Pós-Graduação de Filosofia e Ciências Humanas - Universidade Estadual de Campinas - IFCH/UNICAMP - Brasil
Información General
Duración: Tiempo mínimo: 24 meses. Tiempo máximo: 61 meses.Correo Electrónico: [email protected]
Web: www.ifch.unicamp.br/pos/filosofia
Programa Académico
O Programa de Pós-graduação em Filosofia da Universidade Estadual de Campinas tem como princípio norteador, desde a sua criação em 1977, a idéia de aliar a especialização nas áreas canônicas da História da Filosofia com linhas de pesquisa inter- e mesmo transdisciplinares. Esse perfil acadêmico é o que permite, a nosso ver, tanto uma produção diversificada e de qualidade, como atrair bons candidatos das mais diversas áreas e interesses.
Como resultante de seu desenvolvimento, o Programa tem atualmente as seguintes quatro linhas de pesquisa: I) História da Filosofia, diferenciada em suas quatro épocas canônicas (Antiga, Medieval, Moderna e Contemporânea), II) Lógica, III) Teoria do Conhecimento e Filosofia da Ciência e da Linguagem, e IV) Pensamento Ético Político.
Com esse perfil, além da espinha dorsal da História da Filosofia, o programa abrange diferentes campos da Lógica moderna em muitas de suas implicações com novas disciplinas científicas; inclui a abordagem de temas clássicos de teoria do conhecimento, a reflexão filosófica, metodológica e histórica sobre as diferentes ciências (especialmente, Física, Matemática, Psicanálise e Ciências Sociais) e a Filosofia da Linguagem; no campo do pensamento ético-político, a ênfase é dada a problemas de Filosofia Prática, oriundos das linhas já mencionadas ou da pesquisa em torno do legado do marxismo, da crítica da economia política e mesmo do horizonte mais amplo do pensamento dialético.
Essa progressiva diferenciação das Linhas de Pesquisa, além de refletir a forte ramificação das especialidades, é fruto, principalmente, das diferentes etapas históricas de um Programa de Pós-Graduação que começou sem um correspondente Curso de Graduação em Filosofia (que só seria criado doze anos depois), que abrigava especialidades marcadas - Lógica e Filosofia da Ciência, para as quais, inicialmente, a História da Filosofia funcionava como elemento complementar -, e que, posteriormente, criou a área de concentração em Filosofia Política e desdobrou-se nas disciplinas clássicas da Filosofia e de sua História.
Foi esse específico desenvolvimento que levou o Programa a sucessivos remodelamentos nos últimos anos, buscando cada vez otimizar os recursos disponíveis e fazer confluir Linhas e Projetos de Pesquisa. Após vinte anos de existência (1977-1997), em que se buscou estimular ao máximo a diversificação e a aquisição de competências em especialidades estratégicas, tratou-se, nos últimos anos, de racionalizar a utilização dos recursos disponíveis. Essa evolução e sua correspondente tendência para os próximos anos iniciaram-se em 1999, com a fusão dos antigos dois Programas de "Lógica e Filosofia da Ciência" e de "Filosofia" em um único, com apenas uma área de concentração: Filosofia.
Como resultante de seu desenvolvimento, o Programa tem atualmente as seguintes quatro linhas de pesquisa: I) História da Filosofia, diferenciada em suas quatro épocas canônicas (Antiga, Medieval, Moderna e Contemporânea), II) Lógica, III) Teoria do Conhecimento e Filosofia da Ciência e da Linguagem, e IV) Pensamento Ético Político.
Com esse perfil, além da espinha dorsal da História da Filosofia, o programa abrange diferentes campos da Lógica moderna em muitas de suas implicações com novas disciplinas científicas; inclui a abordagem de temas clássicos de teoria do conhecimento, a reflexão filosófica, metodológica e histórica sobre as diferentes ciências (especialmente, Física, Matemática, Psicanálise e Ciências Sociais) e a Filosofia da Linguagem; no campo do pensamento ético-político, a ênfase é dada a problemas de Filosofia Prática, oriundos das linhas já mencionadas ou da pesquisa em torno do legado do marxismo, da crítica da economia política e mesmo do horizonte mais amplo do pensamento dialético.
Essa progressiva diferenciação das Linhas de Pesquisa, além de refletir a forte ramificação das especialidades, é fruto, principalmente, das diferentes etapas históricas de um Programa de Pós-Graduação que começou sem um correspondente Curso de Graduação em Filosofia (que só seria criado doze anos depois), que abrigava especialidades marcadas - Lógica e Filosofia da Ciência, para as quais, inicialmente, a História da Filosofia funcionava como elemento complementar -, e que, posteriormente, criou a área de concentração em Filosofia Política e desdobrou-se nas disciplinas clássicas da Filosofia e de sua História.
Foi esse específico desenvolvimento que levou o Programa a sucessivos remodelamentos nos últimos anos, buscando cada vez otimizar os recursos disponíveis e fazer confluir Linhas e Projetos de Pesquisa. Após vinte anos de existência (1977-1997), em que se buscou estimular ao máximo a diversificação e a aquisição de competências em especialidades estratégicas, tratou-se, nos últimos anos, de racionalizar a utilização dos recursos disponíveis. Essa evolução e sua correspondente tendência para os próximos anos iniciaram-se em 1999, com a fusão dos antigos dois Programas de "Lógica e Filosofia da Ciência" e de "Filosofia" em um único, com apenas uma área de concentração: Filosofia.
1) Análise de projetos e curricula :
Na análise e julgamento dos projetos e curricula, consideram-se os seguintes critérios:
- nível de elaboração conceitual do projeto e viabilidade de sua execução nos prazos previstos;
- adequação do projeto às Linhas de Pesquisa do Programa;
- adequação do curriculum ao projeto apresentado, bem como às Linhas de Pesquisa do Programa;
- experiência em pesquisa (iniciação científica ou equivalente);
- disponibilidade de orientação por parte dos professores do Programa.
2) Entrevistas e Provas Específicas:
Os candidatos aprovados na fase anterior poderão ser submetidos à entrevista e/ou prova específica, a critério da Subcomissão de Pós-Graduação em Filosofia.
Observação: Exame de Línguas Clássicas (Grego e Latim): a critério da Subcomissão de Pós-Graduação em Filosofia, candidatos com projetos de Doutorado em História da Filosofia Antiga poderão ser submetidos a prova específica de conhecimentos de língua grega, e candidatos com projetos de Doutorado em História da Filosofia Medieval e História da Filosofia Moderna poderão ser submetidos a prova específica de conhecimentos de língua latina (no caso de História da Filosofia Moderna, se as principais obras a serem analisadas na pesquisa estiverem em Latim, e sempre a critério da Subcomissão de Pós-Graduação em Filosofia).
O exame de proficiência em Língua Clássica substituirá o exame de proficiência em uma língua moderna, de modo que candidatos ao Doutorado aprovados em exames de línguas clássicas ficam obrigados, na etapa (3) do processo seletivo (ver abaixo), a demonstrar proficiência em apenas uma língua moderna (entre inglês, francês, alemão ou italiano).
A aplicação do exame de Línguas Clássicas não é uma escolha facultada aos candidatos com projetos em outras áreas que não sejam as três acima indicadas.
3) Exame de Línguas Modernas:
Os aprovados nas fases anteriores deverão se submeter a teste de proficiência em língua moderna, sendo elegíveis as línguas alemã, francesa, inglesa e italiana. As condições e requisitos do exame são os seguintes:
•candidatos ao curso de Doutorado (exceto os candidatos que, a critério da Subcomissão de Pós-Graduação em Filosofia, devam se submeter ao Exame de Línguas Clássicas) deverão demonstrar proficiência em duas línguas modernas (alemã, francesa, inglesa e italiana); caso for aprovado em apenas um exame, o candidato terá o direito de refazer no ano seguinte o exame da língua em que tiver sido reprovado;
•candidatos ao Doutorado que, por exigência da Subcomissão de Pós-Graduação em Filosofia, tenham demonstrado proficiência em uma Língua Clássica deverão demonstrar proficiência em apenas uma das línguas modernas elegíveis; se o candidato tiver sido aprovado no exame de Língua Clássica e for reprovado no exame de língua moderna, terá o direito de refazer este último no ano seguinte.
Na análise e julgamento dos projetos e curricula, consideram-se os seguintes critérios:
- nível de elaboração conceitual do projeto e viabilidade de sua execução nos prazos previstos;
- adequação do projeto às Linhas de Pesquisa do Programa;
- adequação do curriculum ao projeto apresentado, bem como às Linhas de Pesquisa do Programa;
- experiência em pesquisa (iniciação científica ou equivalente);
- disponibilidade de orientação por parte dos professores do Programa.
2) Entrevistas e Provas Específicas:
Os candidatos aprovados na fase anterior poderão ser submetidos à entrevista e/ou prova específica, a critério da Subcomissão de Pós-Graduação em Filosofia.
Observação: Exame de Línguas Clássicas (Grego e Latim): a critério da Subcomissão de Pós-Graduação em Filosofia, candidatos com projetos de Doutorado em História da Filosofia Antiga poderão ser submetidos a prova específica de conhecimentos de língua grega, e candidatos com projetos de Doutorado em História da Filosofia Medieval e História da Filosofia Moderna poderão ser submetidos a prova específica de conhecimentos de língua latina (no caso de História da Filosofia Moderna, se as principais obras a serem analisadas na pesquisa estiverem em Latim, e sempre a critério da Subcomissão de Pós-Graduação em Filosofia).
O exame de proficiência em Língua Clássica substituirá o exame de proficiência em uma língua moderna, de modo que candidatos ao Doutorado aprovados em exames de línguas clássicas ficam obrigados, na etapa (3) do processo seletivo (ver abaixo), a demonstrar proficiência em apenas uma língua moderna (entre inglês, francês, alemão ou italiano).
A aplicação do exame de Línguas Clássicas não é uma escolha facultada aos candidatos com projetos em outras áreas que não sejam as três acima indicadas.
3) Exame de Línguas Modernas:
Os aprovados nas fases anteriores deverão se submeter a teste de proficiência em língua moderna, sendo elegíveis as línguas alemã, francesa, inglesa e italiana. As condições e requisitos do exame são os seguintes:
•candidatos ao curso de Doutorado (exceto os candidatos que, a critério da Subcomissão de Pós-Graduação em Filosofia, devam se submeter ao Exame de Línguas Clássicas) deverão demonstrar proficiência em duas línguas modernas (alemã, francesa, inglesa e italiana); caso for aprovado em apenas um exame, o candidato terá o direito de refazer no ano seguinte o exame da língua em que tiver sido reprovado;
•candidatos ao Doutorado que, por exigência da Subcomissão de Pós-Graduação em Filosofia, tenham demonstrado proficiência em uma Língua Clássica deverão demonstrar proficiência em apenas uma das línguas modernas elegíveis; se o candidato tiver sido aprovado no exame de Língua Clássica e for reprovado no exame de língua moderna, terá o direito de refazer este último no ano seguinte.