Educación, racismo y desigualdades sociales


Seminario 2008

Cátedra: CLACSO
Coordinación: Kátia Regis e Cidinalva Neris (Universidade Federal do Maranhão, Brasil)
Inicio: 26/03/2020 | Inscripción: 27/12/2019 al 25/03/2020

Carga horaria: (12 semanas) 48 horas de trabajo con profesor y 120 horas de dedicación total


Pretendemos refletir sobre as políticas educacionais para o ensino da História e Cultura Africana e da Diáspora por meio da reflexão da legislação educacional implantada nestes países a partir dos anos 1990, que buscam promover a igualdade étnico-racial e a realização de práticas curriculares em uma perspectiva intercultural e emancipatória. Nosso ponto de partida é a tese de que, na América Latina e no Caribe, a diversidade étnico-racial tem sido tratada como desigualdade e vendo sendo utilizada pelas elites como elemento de exclusão e discriminação baseadas no racismo. Para que haja a  superação desse quadro, é pois, imprescindível, o reconhecimento dessa desigualdade étnico-racial como elemento histórico comum a esses países e que ultrapassam as fronteiras nacionais; implica, também na problematização sobre a recriação cotidiana dos processos de dominação e de exclusão. Considera-se que as políticas educacionais implementadas nessas sociedades sejam um espaço privilegiado para essa compreensão e problematização, além de possibilitar possibilidades de práticas curriculares em uma perspectiva intercultural e emancipatória.

  • Introdução aos conceitos de racismo e desigualdade
  • Racismo: um processo histórico-social de exclusão na América Latina e no Caribe
  • Refletindo sobre desigualdades sociais na América Latina e no Caribe
  • Movimentos sociais e educação América Latina  e no Caribe: formas de combate ao racismo e às desigualdades sociais. 
  • Currículo
  • A perspectiva eurocêntrica nas práticas curriculares
  • A construção de práticas curriculares em uma perspectiva intercultural crítica e emancipatória
  • Políticas curriculares na América Latina para a inclusão da História e Cultura Africana e da Diáspora: desafios e perspectivas
  • Políticas curriculares na América Latina para a inclusão da História e Cultura Africana e da Diáspora: desafios e perspectivas
    • O que significa o currículo? In: Saberes e incertezas sobre o currículo. Sacristán, J. Gimeno. Porto Alegre: Penso, 2013, p. 16-35.
    • Castiano, José. Introdução. In: CASTIANO, JOSÉ. Os saberes locais na academia – condições e possibilidades da sua legitimação. Maputo: Editora Educar/CEMEC/Universidade Pedagógica, 2013, p. 5-14.
    • Castillo, Sandra Soler. Racismo e educação: uma revisão crítica. Educação em Revista. Vol. 34, Set. 2018 http://www.scielo.br/pdf/edur/v34/1982-6621-edur-34-e192221.pdf. Acessado em 12 de agosto de 2019.
    • Chirix, et al. Marco teórico . In. CHIRIX, et al. Estudio sobre racismo, discriminación  y brechas de desigualdad en Guatemala: una mirada conceptual, México (Estudos e Pesquisas) 44422, Comissão Econômica das Nações Unidas para o Desenvolvimento América Latina e Caribe (CEPAL). 2019. P. 7-18
    • Gomes, Nilma Lino. Relações étnico-raciais, educação e descolonização dos currículos. Currículo sem Fronteiras, v.12, n.1, Jan/Abr 2012, p. 98-109.
    • Igreja, Rebecca Lemos, AGUDELO, Carlos. Afrodescendentes na América Latina e Caribe: novos caminhos, novas perspectivas em um contexto global multicultural. Revista de Estudos e Pesquisas sobre a América. V. 8, N° 1, 2014.
    • Loango, Anny Ocoro; OLIVEIRA, Marcos de Jesus; BORGES, Roberto Carlos da Silva. Diáspora africana: ações presentes e perspectivas para o futuro. Revista da Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN), [S.l.], v. 10, n. 26, p. 04-09, out. 2018. ISSN 2177-2770. Disponível em:
    • Miranda, Claudia, Araújo, Helena Maria Marques. Memórias contra-hegemônicas e educação para as relações étnico-raciais: práticas decoloniais em contextos periféricos. Perspectiva revista do centro de ciências da educação. Vol. 37, N° 2, abr. jun. 2019, p. 378-397.
    • Morris, Erick. Um olhar sobre a educação popular e as epistemologias do Sul: a Universidade Popular dos Movimentos Sociais. Estudios de Filosofía Práctica e Historia de las Ideas / Issn en línea 1851-9490 / Vol. 19
    • Munanga, Kabengele. Uma abordagem conceitual das noções de raça, racismo, identidade e etnia. Palestra proferida no 3º Seminário Nacional Relações Raciais e Educação-PENESB-RJ
    • Reding, Sofía. Diversidad y racismo en América Latina Latinoamérica. Revista de Estudios Latinoamericanos, núm. 44. Centro de Investigaciones sobre América Latina y el Caribe Distrito Federal, México. 2007. P. 157-179.
    • Reygadas, Introdução. In. REYGADAS,  Luis . La apropiación: Destejiendo las redes de la desigualdade/ Rubí (Barcelona): Anthropos Editorial; México: Universidad Autónoma Metropolitana. Iztapalapa, 2008. P. 8-29
    • Reygadas, Luis. La apropiación expropiación: un enfoque procesual de la desigualdade.In. REYGADAS, Luis. La apropiación. Destejiendo las redes de la desigualdad. Barcelona y México: Antropos, 2008. P. 33-110
    • Sacristán, J. Gimeno. O currículo: os conteúdos do ensino ou uma análise da prática? In: sacristán, J. Gimeno; gómez, a. I. Pérez. Compreender e transformar o ensino. 4.ed. Porto Alegre: Artmed, 1998a, p. 119-148.
    • Santos, Boaventura de Sousa. Más allá de la imaginación política y de la teoría crítica eurocéntricas. Revista Crítica de Ciências Sociais 114 | 2017
    • Scherer-warren, Ilse. Redes de movimentos sociais na américa latina - caminhos para uma política emancipatória? Cad. CRH. vol.21 no.54 Salvador Sept./Dec. 2008.
    • Sousa, Andréia Lisboa de. Educação e igualdade na América Latina e Caribe: a questão da discriminação racial. Campaña Latinoamericana por el Derecho a la Educación, 2009.
    • Torres santomé, J. Justicia curricular y la urgencia de volver a repensar el currículum escolar. Intervenciónen el Coloquio: Curriculum – Sociedad: Voces, Tensiones y Perspectivas.México DF, 11, 12, 13 y 14 de Octubre, 2016.
    • Walsh, Catherine. Introducción Lo pedagógico y lo decolonial: Entretejiendo caminos. In: WALSH, Catherine. (Org). Pedagogías Decoloniales. Práticas Insurgentes de resistir, (re)existir e (re)vivir. Serie Pensamiento Decolonial. Editora Abya-Yala. Equador, 2017, P. 2-68.

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Preguntas frecuentes

Los requisitos básicos para cursar un seminario son:

  • Disposición de al menos 4 horas a la semana para dedicar al cursado del seminario.
  • Acceso a internet.
  • Razonable manejo de las herramientas de comunicación e informática.
  • Manejo del idioma en el que será dictado el curso. Los idiomas oficiales son español y portugués.
Los seminarios tienen una extensión de 12 semanas, más la elaboración de un trabajo final. Se acreditarán 48 horas de trabajo con profesor/a y 120 horas de dedicación total.
Un curso consta de doce clases, cada una de ellas acompañada por bibliografía de lectura obligatoria, bibliografía complementaria, foros de debate y actividades de formación propuestas por el equipo docente, entregas parciales y un trabajo final. La cursada es virtual y asincrónica. Algunos/as docentes pueden proponer actividades sincrónicas. En esos casos, el horario y la fecha serán acordados previamente entre el equipo docente y los/as estudiantes, a fin de garantizar la participación de todos/as. Para la aprobación del seminario se requiere participar en al menos el 80% de los foros de debate y las actividades propuestas por los/as docentes, haber cumplido con las entregas parciales pautadas y aprobar el trabajo final.

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Las formas de pago posibles son por tarjeta de crédito, transferencia y depósito bancario.



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