2 de agosto, 2019

Ciências sociais em xeque no Brasil de Bolsonaro

Doutora em História pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e professora do Instituto de Ciências Políticas da Universidade de Brasília, a pesquisadora Flávia Biroli preside a Associação Brasileira de Ciências Políticas onde coordena o Grupo de Pesquisa sobre Democracia e Desigualdade. Passando por Buenos Aires, falou à CLACSO TV sobre os atuais cortes e perseguições nas universidades de seu país, denunciando «o bloqueio do financiamento necessário para manter as atividades das universidades públicas» desde a chegada de Jair Bolsonaro ao governo.

Flávia Biroli foi editora da Revista Brasileira de Ciência Política (2009-2016), Diretora Adjunta do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (2011-2015) e Diretora da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (2011-12). Ela também foi membro do Grupo de Assessores da Sociedade Civil de Mulheres da ONU no Brasil (2016-2018). Publicou, entre outros, os livros «Convexa Caleidoscope: las mujeres, los medios y la política» (UNESP, 2011, com Luis Felipe Miguel), «La autonomía y las desigualdades de género: aportaciones feministas a la crítica democrática» (Editores UFF y Horizonte, 2013), «Familia: nuevos conceptos» (Perseo Abramo, 2014), «Feminismo e política: Una introducción» (Boitempo Editorial, 2014, com Luis Felipe Miguel), «Noticias de la controversia: los medios de comunicación, la democracia y la formación de las preferencias» (Contexto de 2017, com Luis Felipe Miguel) e «Las desigualdades de género: límites de la democracia en Brasil» (Boitempo Editorial, 2018).